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Minha Filha, Minha Dor

Capítulo 3 

Palavras: 812    |    Lançado em: 01/07/2025

a entrada da sala,

m minha filha f

ndo e se agarrando ao braço dele como uma adolescente apaixo

se Lucas, estendendo a mão.

rei a m

scritório", eu di

air, mas o que

tos postos. E no fogão, pane

s dedos as vezes que ela entrou na cozinha. Ela sempre dizia que era

as, ela esta

he me atingiu mais d

ubitamente dura. "Não vai nem cumprimentar no

, respondi, sem

s. "O Lucas é um empresário de sucesso, um gênio da tecnologia, e você nem cons

i para ela

ue ele vai pensar?", pergunte

estou! A im

ou, fingindo se

e perder a filha. É compreensív

ha saindo da boca daquele

nome dela", eu disse, a

ou na minha fr

Olha para você! E olha para o Lucas! Ele constrói impérios, ele cria o futuro! E v

e humilhação, de ser diminuído, de ver meu trabalho roubado e

acha que desenvolveu cada linha de código do império que você chama de seu? Fui eu! Fui eu que passei noites em claro, que sacr

escia, o ar faltand

carreira, eu te dei uma família! E você..

do pequeno caixão bra

porque ela era um 'fardo'?

avam, chocados. Eles não esperavam por aquilo. Ele

primeiro. Seu rosto se transf

a disse, a voz fria como aço. "Você está

irou par

ra, Pedro. Você está pert

me e clara. "Você não me m

eio. "Essa casa é minha. Tudo

calma estranha tomar conta de mim. A dor ainda e

o divórc

dela des

q

vou tirar de você tudo o que você me rou

, os olhos s

ão tem

asso em dir

ste

mala e comecei a jogar minha

a aparecer em seus olhos. Ela precisava de m

ersar. Você está cansado,

mala com um

m tanta clareza em

que senti ao descer aquelas escadas foi a prim

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Minha Filha, Minha Dor
Minha Filha, Minha Dor
“O ar na funerária era frio e pesado. Eu estava ao lado do pequeno caixão branco de Sofia, minha filha de seis anos. Minha esposa, Clara, não estava lá. Ela ligou, dizendo estar "devastada demais". Mas um colega de trabalho a viu no café, "parecia bem". A dúvida se plantou. No corredor, a porta de uma sala de descanso estava entreaberta. Eu ouvi a voz dela, irritada: "Ele é um idiota. Acredita em qualquer coisa que eu digo." E então, o choque. "Sofia foi um acidente. Ela atrapalhou minha vida por seis anos. Agora eu estou livre." Meu mundo desabou quando outra voz perguntou: "Não foi um tratamento, foi?" E a resposta de Clara, fria e sem remorso: "Foi eutanásia. Rápido e indolor." Minha filha não morreu. Ela foi assassinada. Pela própria mãe. Lembrei-me do último vídeo de Sofia, sorrindo: "Mamãe disse que vou fazer um tratamento para ficar forte." Ela não estava doente. Como pude ser tão cego? A mulher que eu amei era um monstro. Ela destruiu o quarto de Sofia. Como se ela nunca tivesse existido. "Ela não estava doente!" Eu gritei, pela primeira vez desafiando-a. Então, Lucas, o "amor da juventude" dela, apareceu em minha casa, no dia seguinte ao enterro. Clara estava cozinhando para ele. Para Lucas, que nem ousou ir ao funeral. "São joguinhos estúpidos!" Ela zombou do trabalho que construiu a carreira dela. A verdade explodiu. Oito anos de humilhação, de ser um "sustentado". "Você levou nossa filha... para ser morta porque era um 'fardo'?" A aposta era clara, o divórcio inevitável. "Eu quero o divórcio, Clara." "Essa casa é minha. Tudo aqui é meu. Você não tem nada!" ela cuspiu. "Teste-me," eu respondi, com uma nova determinação. Eu sabia que ela e Lucas planejavam roubar meu projeto secreto, um motor de IA. Liguei para Mariana, minha advogada, com um pedido urgente. "Eu quero registrar a patente imediatamente. No nome da minha filha. Sofia Almeida." A batalha pela honra de Sofia estava prestes a começar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10