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Minha Filha, Minha Dor

Capítulo 2 

Palavras: 807    |    Lançado em: 01/07/2025

ava nos cantos, suspirava dramaticamente e f

uma mentira. Cada

rado. A mulher que eu amei por uma década n

a encontrei tomando café e lendo notícias d

s coisas da Sofia", e

ntou os olho

fiz

pergunte

os brinquedos quebrados. O quarto já está limp

ração

m Clara gritando atrás de mi

ta do quar

va v

tament

favoritos. Tudo tinha sumido. As paredes, antes cobertas com seus

ofia nunca ti

va tentand

sala, tremendo

a sala, lixa

eu consegu

m. Não podemos v

eti, incrédulo. "

ua, Pedro. Temos

dela era

ofá, a cabeça

a sofreu?

minha filha assustada em um ho

os, sem demonstra

pido e indolor. Foi o q

rgada. "Ela disse que estava animada para voltar

coisa. Ela estava doent

TE!", gritei, levant

o de medo em seus olhos. Mas lo

z. Os vizinh

da, onde guardávamos coisas aleatórias.

o de jogar fora. O ursinho de pelúcia que Sofia levou para a "via

perguntou Clara, com nojo. "Vamos que

a caixa com força. "Você

a e as chaves

ê vai?",

resp

lugava um pequeno galpão. Era meu estúdio secreto, o lugar onde eu

de magia do papai". Havia um pequeno sofá em um canto

cheiro de poeira

e o coloquei no sofá. Abri o caderno. Era o diário de

iu pra mim. Eu acho que ela vai gost

o, a dor me ras

para a minha filha. Um santuário onde a memória dela

apenas olhando p

e voltei para ca

ulinos caros ao lado dos saltos de Clara

o ficou

a sala d

m um homem. Um homem bonito, com um so

virou p

um sorriso falso. "Quero que você co

u e passou o b

ortante e não pôde ir ao funeral. Mas ele veio a

ca

minha esposa assa

casa, no dia seguinte a

eles era in

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Minha Filha, Minha Dor
Minha Filha, Minha Dor
“O ar na funerária era frio e pesado. Eu estava ao lado do pequeno caixão branco de Sofia, minha filha de seis anos. Minha esposa, Clara, não estava lá. Ela ligou, dizendo estar "devastada demais". Mas um colega de trabalho a viu no café, "parecia bem". A dúvida se plantou. No corredor, a porta de uma sala de descanso estava entreaberta. Eu ouvi a voz dela, irritada: "Ele é um idiota. Acredita em qualquer coisa que eu digo." E então, o choque. "Sofia foi um acidente. Ela atrapalhou minha vida por seis anos. Agora eu estou livre." Meu mundo desabou quando outra voz perguntou: "Não foi um tratamento, foi?" E a resposta de Clara, fria e sem remorso: "Foi eutanásia. Rápido e indolor." Minha filha não morreu. Ela foi assassinada. Pela própria mãe. Lembrei-me do último vídeo de Sofia, sorrindo: "Mamãe disse que vou fazer um tratamento para ficar forte." Ela não estava doente. Como pude ser tão cego? A mulher que eu amei era um monstro. Ela destruiu o quarto de Sofia. Como se ela nunca tivesse existido. "Ela não estava doente!" Eu gritei, pela primeira vez desafiando-a. Então, Lucas, o "amor da juventude" dela, apareceu em minha casa, no dia seguinte ao enterro. Clara estava cozinhando para ele. Para Lucas, que nem ousou ir ao funeral. "São joguinhos estúpidos!" Ela zombou do trabalho que construiu a carreira dela. A verdade explodiu. Oito anos de humilhação, de ser um "sustentado". "Você levou nossa filha... para ser morta porque era um 'fardo'?" A aposta era clara, o divórcio inevitável. "Eu quero o divórcio, Clara." "Essa casa é minha. Tudo aqui é meu. Você não tem nada!" ela cuspiu. "Teste-me," eu respondi, com uma nova determinação. Eu sabia que ela e Lucas planejavam roubar meu projeto secreto, um motor de IA. Liguei para Mariana, minha advogada, com um pedido urgente. "Eu quero registrar a patente imediatamente. No nome da minha filha. Sofia Almeida." A batalha pela honra de Sofia estava prestes a começar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10