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Do Adeus à Coroa: A Jornada de Sofia

Capítulo 3 

Palavras: 831    |    Lançado em: 02/07/2025

e Diogo ecoaram na sua mente, "já não tens idade para estas cenas". Co

a que lhe restava. Ela olhou diretamente para Diogo, ignor

Diogo? É assim q

, mas carregada de

ua prioridade era claramente

na. Vou levar-

arolina com ele. Na porta, ele pa

esta co

estivesse a falar

foram-s

lemóvel estilhaçado no chão. Ela ouviu-os a descer o corredor, a voz suave

o que ela não podia pagar. Em vez disso, um

de polícia mais próxima e ligou. Relatou a invasão de domicílio e a a

olina e as suas cúmp

ro tinha mandado prender a amante do seu marido. Foi um escândalo. Naquele mundo, as esposas deviam t

so com a publicidade negat

na cabeça, Sofia? De

i? Ser espancada na

ado! Não se chama a polí

ou-lhe o tel

tou se ela estava bem. Não mencionou o ataque. Era como s

és do seu advogado. Diogo estava a pagar a

rtamento. Não para se desculpa

eixa contra

le, sem

sentada no sofá, um

que eu f

rovar a expansão da nossa adega para o mercad

A usar os negócios da família

tua amante val

, a voz tingi

e ombros, i

rros. E esta situação

frente a ela, o retrato de um

u não me meto na tua vida, tu não te metes na minha. Se te sentes sozinha, arranja um aman

a traição, como a incentivava a fazer o mesmo. Ele não se importava com ela,

e importar de

a sua voz a tre

primeira vez com um visl

a. Não queiras estragar u

parecia distante. O homem à sua frente er

beber o seu vinho, o líquido amargo a

e, impaciente co

a minha

ele, e

ava deitada na cama, o seu telemóvel n

sagem d

sares de companhia, sei de um ba

Ti

er um pouco mais depressa. A sugestão de Dio

ltura de parar de jogar segundo as regra

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Do Adeus à Coroa: A Jornada de Sofia
Do Adeus à Coroa: A Jornada de Sofia
“Por três anos, o meu casamento foi um negócio, uma união fria de famílias poderosas. Eu, Sofia Almeida, pensava que, pelo menos, havia respeito e lealdade. Mas então vi-o. Na foto de Instagram de uma influencer, o relógio que ofereci ao meu marido estava no pulso dele, enquanto segurava a mão de outra mulher na Madeira. "Ele está a caminho de uma conferência em Frankfurt," ele tinha dito. Uma mentira. A dor inicial foi rapidamente substituída por uma frieza gelada. Naquela noite, fugi para Lisboa, para um bar escuro, a pedir aguardente. Dias depois, fui emboscada na minha própria casa pela amante dele, Carolina, e as suas amigas. Acusada, humilhada, e atirada ao chão. O pior? Diogo apareceu e defendeu-a a ela, não a mim, na minha cara. Não era eu a vítima? Como é que ele podia ser tão cruel, tão cego? A sua família tratou-me como lixo, mas a sua mãe sorriu para a amante. Como pude ser tão ingénua? Meu mundo desabou. Ele ofereceu-me um suborno para que eu me calasse e até me encorajou a ter um amante. Que hipocrisia! Eu não era um "espetáculo". Eu era a esposa dele. Mas a humilhação acendeu uma faísca. Eu assinaria o divórcio, mas não antes de me reerguer. E aquele barman jovem, Tiago, a quem uma noite de desespero entreguei um maço de notas, o homem que se revelaria a minha única defesa, e a chave para um poder inimaginável, tinha um segredo capaz de esmagar o seu império.”