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Do Adeus à Coroa: A Jornada de Sofia

Capítulo 4 

Palavras: 656    |    Lançado em: 02/07/2025

dega da sua família estava a colaborar com a Universidade de Lisboa num projeto para digitalizar os arquivos históricos da produç

Arte a rever documentos antigos, o diretor do departamento,

a doação muito generosa. Permitiu-nos comprar equ

? Quem foi o

Sofia, por

guesa. Tiago Costa. Estudou aqui há uns anos. U

e elétrico. Tiago Costa. O barman.

rçou a su

ressa

fotografia a preto e branco, dramaticamente iluminada, de uma mulher a cantar Fado num palco escuro. O rosto da mulher estava na sombra, mas a sua pos

Saudade. Fotografi

es daquela noite no bar. A fotografia parecia ter sido tirada anos ant

nto de caridade na sua propriedade no Douro. Era uma performance, um espetáculo para

o e vazio. Ela sentia o olhar das pessoas sobre si,

gócios mais velho e demasiado insin

homem de sorte. Mas um homem não consegue r

plica cortante, Diogo apareceu ao seu lado.

esposa está ocupada

mem mais velho recuou imed

viu a expressão no rosto de Diogo. Não era proteção. Era poss

de uma coluna, ouviu Diogo a

osa por eu estar aqui

e o

susp

paciência. Mas não a posso culpar. Ter de aturar a S

ulher bonita e e

s fria. Sem paixão

o he

a q

er a Sofia. Aquela... aquela tinha fogo na alma. A Carolina, pelo menos, t

o de Sof

uma fantasia, um fantasma de uma mulher que ele nem conheci

r, a esposa dele, era con

insult

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Do Adeus à Coroa: A Jornada de Sofia
Do Adeus à Coroa: A Jornada de Sofia
“Por três anos, o meu casamento foi um negócio, uma união fria de famílias poderosas. Eu, Sofia Almeida, pensava que, pelo menos, havia respeito e lealdade. Mas então vi-o. Na foto de Instagram de uma influencer, o relógio que ofereci ao meu marido estava no pulso dele, enquanto segurava a mão de outra mulher na Madeira. "Ele está a caminho de uma conferência em Frankfurt," ele tinha dito. Uma mentira. A dor inicial foi rapidamente substituída por uma frieza gelada. Naquela noite, fugi para Lisboa, para um bar escuro, a pedir aguardente. Dias depois, fui emboscada na minha própria casa pela amante dele, Carolina, e as suas amigas. Acusada, humilhada, e atirada ao chão. O pior? Diogo apareceu e defendeu-a a ela, não a mim, na minha cara. Não era eu a vítima? Como é que ele podia ser tão cruel, tão cego? A sua família tratou-me como lixo, mas a sua mãe sorriu para a amante. Como pude ser tão ingénua? Meu mundo desabou. Ele ofereceu-me um suborno para que eu me calasse e até me encorajou a ter um amante. Que hipocrisia! Eu não era um "espetáculo". Eu era a esposa dele. Mas a humilhação acendeu uma faísca. Eu assinaria o divórcio, mas não antes de me reerguer. E aquele barman jovem, Tiago, a quem uma noite de desespero entreguei um maço de notas, o homem que se revelaria a minha única defesa, e a chave para um poder inimaginável, tinha um segredo capaz de esmagar o seu império.”
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