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Do Adeus à Coroa: A Jornada de Sofia

Capítulo 1 

Palavras: 980    |    Lançado em: 02/07/2025

no seu telemóvel. Eram do Instagram de

ar azul. Numa delas, via-se a mão de um homem a segurar a de Carolina,

rio que ela tinha dado ao

a para uma conferência d

ment

nho do Porto. Sofia sempre soube que não havia amor, mas pensava que havia, pelo menos, respeito e lealdade. Diogo era frio, dis

tava e

eza gelada que se espalhou pelo seu peito. Ela apagou as

para onde ia. Deixou o seu carro de luxo num parque de estacionamento e apanhou um táxi p

curo, cheio de fumo e do som melancólico de uma guitarra po

outro. E

arreira como fadista, destruída por um acidente que lhe danificou as cordas vocais, já lhe ti

is

pouco rouca, com u

s. Tinha cabelo escuro e desarrumado, olhos brilhantes e um sorriso que parecia di

acenou co

heu-lhe

não vai resolve

encostando-

que tenho

z mais áspera do que o ha

cê não vem para um bar como este em Alfama para beber aguardente barata

u, um so

studante sabe sobre

sorriso compl

alhes. E vejo uma mulher que usa um anel de casamento que vale m

a e depois voltou a subir para os

le. O álcool queimou-lhe a garganta. Ela olhou pa

para passar a

irou no ar, c

u rapidamente. Ele inclinou-se para mais perto, o seu h

o acaba à m

o perto do bar. A luz do sol entrava pela janela suja. Tia

a sua carteira. Deixou o dinheiro na mesa de cabeceira. Não era um pagamento, era uma

uarto sem olh

em Lisboa, Sofia tomou um duche longo e quente, tentando lav

óvel tocou.

a sua voz fri

, Di

u bem. Estou a voltar para

sem emoção. Como se ele não tivesse pa

e b

se

tua voz pare

ma. Apenas

uma

o-nos em

desl

ios. Ela pensou no rapaz no quarto de hotel, no dinheiro na mesa de

três anos, sentia que o jogo estava equilibrado. Ele tin

nem sequer paixão. Era

fia franziu o sobrolho. Não estava à espera de nin

. E ela não estava sozinha. Estava com um grupo d

abriu

o aju

a sua voz ainda

a de cima a bai

e anda a tentar ro

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Do Adeus à Coroa: A Jornada de Sofia
Do Adeus à Coroa: A Jornada de Sofia
“Por três anos, o meu casamento foi um negócio, uma união fria de famílias poderosas. Eu, Sofia Almeida, pensava que, pelo menos, havia respeito e lealdade. Mas então vi-o. Na foto de Instagram de uma influencer, o relógio que ofereci ao meu marido estava no pulso dele, enquanto segurava a mão de outra mulher na Madeira. "Ele está a caminho de uma conferência em Frankfurt," ele tinha dito. Uma mentira. A dor inicial foi rapidamente substituída por uma frieza gelada. Naquela noite, fugi para Lisboa, para um bar escuro, a pedir aguardente. Dias depois, fui emboscada na minha própria casa pela amante dele, Carolina, e as suas amigas. Acusada, humilhada, e atirada ao chão. O pior? Diogo apareceu e defendeu-a a ela, não a mim, na minha cara. Não era eu a vítima? Como é que ele podia ser tão cruel, tão cego? A sua família tratou-me como lixo, mas a sua mãe sorriu para a amante. Como pude ser tão ingénua? Meu mundo desabou. Ele ofereceu-me um suborno para que eu me calasse e até me encorajou a ter um amante. Que hipocrisia! Eu não era um "espetáculo". Eu era a esposa dele. Mas a humilhação acendeu uma faísca. Eu assinaria o divórcio, mas não antes de me reerguer. E aquele barman jovem, Tiago, a quem uma noite de desespero entreguei um maço de notas, o homem que se revelaria a minha única defesa, e a chave para um poder inimaginável, tinha um segredo capaz de esmagar o seu império.”