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Fora da Gaiola Dourada

Capítulo 4 

Palavras: 684    |    Lançado em: 02/07/2025

m silêncio, a o

tura, o stress a mani

ossa direção, a sua

" disse ele, a sua voz baixa e ameaçadora, o seu olhar

todos, ele agarrou o b

fazer?" Ele sibilou, a sua

ssa volta ficar

lquer dano real, e ela desmaiou

virou-se para mim, a sua express

Ele perguntou, a sua mã

ou friament

nção vai cust

rtante projeto no Brasil, uma tarefa que todos sab

s despedida," diss

o seu amor por mim, mas eu sabia a verdad

ele a levava, as oportunidades que

meu rosto uma m

ser ajudada por outro h

bém. A sua mão apertou o copo de champanh

" disse ele,

ha curiosidade mórbid

afastá-la do outro homem co

e dele," o

o, um pedaço de vidro do copo p

o sangue. "Sra. Sa

do em Sofia, ne

limpar a ferida

or, ouvi vozes vindas d

iogo e

m ele?" A voz de D

impática," respondeu S

esta noite foi para proteger a Liana, para m

uvidos, cada uma a apagar um pouco

l esta noite," disse ele, a su

eu coração. O meu amor por ele tinha congelado, tra

No Instagram, Sofia já tin

pato de cristal no pé, como um príncipe a servir a sua Cin

suíte presidencial onde Diogo e e

escorreram p

o mais tarde, a sua fachada de m

desculpa

te, "Diogo, o que é o a

verdadeiro é sacrifício, é colocar a fe

amente, porque eu sabia que ele esta

braçar-me, m

uma sombra de pânico a

," disse ele, a sua voz a quebra

ão emocional já

ebrada, e el

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Fora da Gaiola Dourada
Fora da Gaiola Dourada
“No Porto, eu era Liana, a mulher do poderoso produtor de vinhos Diogo Santos, tratada por ele como uma princesa. A nossa vida parecia um conto de fadas, invejada por todos – mas eu sentia-me presa numa gaiola dourada. Há uma semana, um vídeo anónimo rasgou o véu: Diogo, na sua adega, beijava apaixonadamente a sua sommelier, Sofia. O meu mundo perfeito desmoronou. A traição era profunda. Eu ouvi-o sussurrar a Sofia que eu era "apenas a Sra. Santos, uma fachada". Ela, grávida do filho dele, provocava-me com as nossas joias iguais. A dor atingiu o clímax num brutal acidente de iate no Douro, onde Diogo a protegeu a ela, não a mim, nem ao nosso bebé. Sofri um aborto devastador. Como podia ele, o "marido do século" , ser tão cruel? A sua pública devoção era uma farsa, um teatro para me prender. A perda do meu filho, sacrificado pela sua duplicidade, deixou um vazio que nenhuma mentira podia preencher. No aeroporto, no meu voo para a liberdade, o ouvi declarar publicamente que eu era "apenas um erro". Assinei os papéis do divórcio. Naquele instante, a minha nova vida começava. Eu iria reconstruir-me longe, mas a sua obsessão não me deixaria em paz.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 1719 Capítulo 18