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Fora da Gaiola Dourada

Capítulo 3 

Palavras: 597    |    Lançado em: 02/07/2025

samente, o som da chuva lá fora

lgum consolo em memórias passadas, mas t

rdei com o cheiro de c

do da cama, a sorr

nte. Preparei o teu pe

ão de afeto só m

palidez e os meu

Liana, não p

ou no telefone e cancelou todas a

disse ele, a sua voz cheia de uma de

ocados com a sua decisão, mas n

houve uma reunião crucial sobre um

provocadora, ofereceu-s

de outros executi

te trabalho," disse ele, o seu olhar

le estava a dar-lhe o mundo, enquanto

ração do aniversário da empresa, Diogo

o, "Mãe, vê como a minha

eu lado, e eu vi um brilh

vibrou. Era uma

ou-os para mim. Mas ele disse que ficavam me

ma dor aguda a espalh

enções. O casal de ouro, elogiad

meu papel, mas por de

era posse, mas agora percebia que o amor verdadeiro e

tia-me diminuída, uma

os aproximou-se, acomp

a mais bonita pessoalmente," dis

era fico

ando o braço à vol

. A Sofia é a minha talentosa

baraçada, e Sofia

orrindo diplomaticament

sse eu, permitindo que Diogo c

mou-se de mim, o seu sor

lar é lind

próprio colar,

agem romântica. Ele disse que eu era a

o facas, cada uma a ating

da, a minha resp

pois, num movimento calculado, tropeçou

itada! Tenho trabalhad

lpando o trabalho e procura

dar, e Diogo olhou na nossa di

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Fora da Gaiola Dourada
Fora da Gaiola Dourada
“No Porto, eu era Liana, a mulher do poderoso produtor de vinhos Diogo Santos, tratada por ele como uma princesa. A nossa vida parecia um conto de fadas, invejada por todos – mas eu sentia-me presa numa gaiola dourada. Há uma semana, um vídeo anónimo rasgou o véu: Diogo, na sua adega, beijava apaixonadamente a sua sommelier, Sofia. O meu mundo perfeito desmoronou. A traição era profunda. Eu ouvi-o sussurrar a Sofia que eu era "apenas a Sra. Santos, uma fachada". Ela, grávida do filho dele, provocava-me com as nossas joias iguais. A dor atingiu o clímax num brutal acidente de iate no Douro, onde Diogo a protegeu a ela, não a mim, nem ao nosso bebé. Sofri um aborto devastador. Como podia ele, o "marido do século" , ser tão cruel? A sua pública devoção era uma farsa, um teatro para me prender. A perda do meu filho, sacrificado pela sua duplicidade, deixou um vazio que nenhuma mentira podia preencher. No aeroporto, no meu voo para a liberdade, o ouvi declarar publicamente que eu era "apenas um erro". Assinei os papéis do divórcio. Naquele instante, a minha nova vida começava. Eu iria reconstruir-me longe, mas a sua obsessão não me deixaria em paz.”