icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Fora da Gaiola Dourada

Capítulo 2 

Palavras: 696    |    Lançado em: 02/07/2025

trou nos meus ossos, senti um fr

meu lado, envolven

a tremer, o q

sponder, um Bentley pre

mente, o seu rosto bonito che

ste as minhas chamadas? Fi

seu corpo quente a contrasta

a reunião demorou mai

rosto que eu amara por dez anos,

so primeiro encon

eu era uma estudante de arquitetura e enc

l, e eu, movida pela compaixão, dei-lhe o

e eu sorri e disse, "Ap

le era um finalista carismático, o presidente da associa

tir daquele dia, iniciou u

ncioso e a sua devoção

aime que estava a cair num estale

a sua imagem de amor inc

, e a sua devoção tornou-se ainda mais

se com amigos, não gostava

implorava perdão com os olhos cheios de l

ada vez, p

ade fria estava

esmoronou-se, deixando

voz de Diogo trouxe-me

equena caixa de

iversário,

colar de diamantes, exatamente o

tiu como se tives

náusea ava

ogo perguntou, a sua v

jar-me, mas eu

pescoço, e vi uma marca

revirou-se, e

," disse eu, a

isse ele, mal interpretando a

o estava fri

formar-se, o som do tro

trauma do acidente de car

esta noite," pedi,

laro, meu amor, est

nto, o seu tel

ã, e a sua expressão

mensagem

lema urgente na adega," disse

na testa e vir

i, não i

o meu coração a tornar-s

no meio da minha tempestade inte

meu dedo a pairar sobre o p

curiosidade d

inha desbloqueado recentemente, como

um par de pés femininos a serem mass

pés estão cansados de andar de saltos alt

as mãos, eram a

u tinha reprimido

o queri

Reclame seu bônus no App

Abrir
Fora da Gaiola Dourada
Fora da Gaiola Dourada
“No Porto, eu era Liana, a mulher do poderoso produtor de vinhos Diogo Santos, tratada por ele como uma princesa. A nossa vida parecia um conto de fadas, invejada por todos – mas eu sentia-me presa numa gaiola dourada. Há uma semana, um vídeo anónimo rasgou o véu: Diogo, na sua adega, beijava apaixonadamente a sua sommelier, Sofia. O meu mundo perfeito desmoronou. A traição era profunda. Eu ouvi-o sussurrar a Sofia que eu era "apenas a Sra. Santos, uma fachada". Ela, grávida do filho dele, provocava-me com as nossas joias iguais. A dor atingiu o clímax num brutal acidente de iate no Douro, onde Diogo a protegeu a ela, não a mim, nem ao nosso bebé. Sofri um aborto devastador. Como podia ele, o "marido do século" , ser tão cruel? A sua pública devoção era uma farsa, um teatro para me prender. A perda do meu filho, sacrificado pela sua duplicidade, deixou um vazio que nenhuma mentira podia preencher. No aeroporto, no meu voo para a liberdade, o ouvi declarar publicamente que eu era "apenas um erro". Assinei os papéis do divórcio. Naquele instante, a minha nova vida começava. Eu iria reconstruir-me longe, mas a sua obsessão não me deixaria em paz.”