icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

A Esposa Negligenciada Encontra a Felicidade

Capítulo 1 

Palavras: 697    |    Lançado em: 02/07/2025

ento, e a minha ca

nunca m

ência secou. Peguei no telemóvel e ligu

u quero o

saiu firme,

as um segundo. "Finalmente, Lara. Eu apoio-t

o dos meus ombros. Desliguei a chamada e olhei para o quar

r. Levantei-me e caminhei pela mansão silenciosa. As luzes estavam todas apagada

s meus ouvidos. Um murmúr

e a superar o medo. Espreitei pela

ngelou o sangue

o de ébano enrolado nos dedos brancos. Mas os seus olhos não

ebutante branco. Sofia. A sua prima de criaçã

de agonia profunda e desejo carnal. A sua devoção não era para Deus.

nte voltou

eus era diferente de todos os outros herdeiros. Quieto, com u

ago tinha-me avisado nesse dia. "É um h

amba, a mulher vibrante que o Rio de Janeiro c

ola e

i a lingerie mais provocante, jantares que preparei com as minhas pr

era sempr

r indif

u cans

so de r

artia em mil pedaços. E eu, apaixonada, tentava

oi abrupto, sem qualquer romance. Estávamos a

ar," disse ele, sem ti

onseguido. Que ele estava finalmente a abrir-se para mim. Aceite

capela, a verdade atingiu-

punir, de construir uma barreira entre ele e os seus verdadeiros desejos. Eu

, um som que era ao mesmo te

fia.

o meu ponto de rutura. A dor dentro de mim era tão a

quarto, a minha decisão

s na sala de jantar. Ele lia o seu

al que consegui. "Vou passar umas semana

levantou

que qu

Ele não fazia ideia de que eu estava a desp

Reclame seu bônus no App

Abrir
A Esposa Negligenciada Encontra a Felicidade
A Esposa Negligenciada Encontra a Felicidade
“Dois anos de casamento, e a minha cama continuava fria. Mateus, meu marido, nunca me tocou. A minha vida de luxo era uma fachada vazia. Eu, Lara, a rainha do samba, tinha me tornado uma sombra obediente. Até que, numa noite, o segredo gelado dele foi revelado. Encontrei-o na capela privada, ajoelhado, não rezando a Deus. Estava a adorar um vídeo da sua prima, Sofia. A sua devoção era uma penitência, uma punição por um amor proibido. Naquele instante, percebi: eu era apenas um escudo, um objeto para a sua fachada. O meu coração estilhaçou-se. O inferno abriu as portas. Sofia, a manipuladora, veio morar connosco. Ela cortou o meu longo cabelo enquanto eu dormia, tentando apagar a minha essência. Atirou-me uma garrafa à cabeça, deixando-me com uma concussão. E ele? Mateus, o meu marido, sempre a defendeu, minimizando cada agressão. O ápice da crueldade veio durante um sequestro. Ele teve que escolher, e sem hesitar, salvou-a a ela. Deixou-me para morrer no fogo. E, para selar a traição, usou a minha pele para cobrir a pequena queimadura dela. Sem o meu consentimento. Senti-me a marioneta numa peça doentia. Usada, violada, humilhada ao extremo. Para Mateus, eu era apenas um problema a ser resolvido com dinheiro, um incómodo gestível. Como pude ser tão cega? O meu amor por ele, tão puro e apaixonado, tinha sido um sacrifício em vão. Estava esgotada, mas uma nova centelha de raiva e determinação nascia em mim. Eu não iria mais ser a vítima passiva dessa história macabra. Eu não suportaria mais. A minha voz, antes silenciada pela humilhação, finalmente gritou: "Eu quero o divórcio!" Eu ia fugir. Eu ia encontrar a Lara vibrante que o Rio de Janeiro conhecia e construir a minha própria felicidade. Era a hora de renascer das cinzas.”