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A Esposa Negligenciada Encontra a Felicidade

Capítulo 2 

Palavras: 845    |    Lançado em: 02/07/2025

rimeira coisa que fiz foi li

a a cidadania portuguesa e para o

a janela. Tinha suprimido tanto de mim mesma para caber no mundo austero de Mateus. A mulher vibrante que am

das, de ouvir a minha música alta, de dançar

de mim. Raiva de mim mesma, por ter sido tão ceg

saio da Mangueira,"

onectar com a Lara

minha casa. Vesti uma saia curta e um top brilhante que guardava no carro para

santa!" gritou ela por cima da

eu," respondi

nergia que eu tinha reprimido durante dois longos anos. Dancei com uma fúria e uma alegria

agarrou-me no braço. A su

agora, mas o teu

de cima. Mateus. A observá-lo com uma expressão gélida, o seu fato esc

depois, a raiva voltou. Ignorei-o. Dancei

dele comentou qualquer coisa, e e

faz. Não vai pass

i aguda. Para ele, eu era a

ssão tornou-se tensa. Os seus olho

o seu

fi

r e a conversar com um dos músicos. Um r

teus foi imedi

a estilhaçar-se. Ignorou-me completamente, como se eu fosse invi

ão?" a sua voz era um rosnado baixo e furi

e, os olhos a enche

ver o ensaio... Nã

menina assustada. Uma

do-a em voz baixa, protegendo-a do

verdade terrível. Ele não se importava com o que eu fazia, porque eu não era a sua tentação. Sofia era. E a sim

ela minha súbita rebeldia, us

ra está a agir de forma tão estranha..

ela sua obses

restes a começar. Ela entrou na sala de estar enquanto eu estava a organizar uma p

ela, com um falso ar de inocência

aliosa, uma edição limitada

lo. Tão velho. Tã

a contra a parede. O vidro estilhaçou-se, e o lí

gritei,

seu rosto doce transfor

a sambista de se

edi-la. Ela empurrou-me e, no meio da con

a. A minha visão ficou turva. A última coisa que vi

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A Esposa Negligenciada Encontra a Felicidade
A Esposa Negligenciada Encontra a Felicidade
“Dois anos de casamento, e a minha cama continuava fria. Mateus, meu marido, nunca me tocou. A minha vida de luxo era uma fachada vazia. Eu, Lara, a rainha do samba, tinha me tornado uma sombra obediente. Até que, numa noite, o segredo gelado dele foi revelado. Encontrei-o na capela privada, ajoelhado, não rezando a Deus. Estava a adorar um vídeo da sua prima, Sofia. A sua devoção era uma penitência, uma punição por um amor proibido. Naquele instante, percebi: eu era apenas um escudo, um objeto para a sua fachada. O meu coração estilhaçou-se. O inferno abriu as portas. Sofia, a manipuladora, veio morar connosco. Ela cortou o meu longo cabelo enquanto eu dormia, tentando apagar a minha essência. Atirou-me uma garrafa à cabeça, deixando-me com uma concussão. E ele? Mateus, o meu marido, sempre a defendeu, minimizando cada agressão. O ápice da crueldade veio durante um sequestro. Ele teve que escolher, e sem hesitar, salvou-a a ela. Deixou-me para morrer no fogo. E, para selar a traição, usou a minha pele para cobrir a pequena queimadura dela. Sem o meu consentimento. Senti-me a marioneta numa peça doentia. Usada, violada, humilhada ao extremo. Para Mateus, eu era apenas um problema a ser resolvido com dinheiro, um incómodo gestível. Como pude ser tão cega? O meu amor por ele, tão puro e apaixonado, tinha sido um sacrifício em vão. Estava esgotada, mas uma nova centelha de raiva e determinação nascia em mim. Eu não iria mais ser a vítima passiva dessa história macabra. Eu não suportaria mais. A minha voz, antes silenciada pela humilhação, finalmente gritou: "Eu quero o divórcio!" Eu ia fugir. Eu ia encontrar a Lara vibrante que o Rio de Janeiro conhecia e construir a minha própria felicidade. Era a hora de renascer das cinzas.”