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Cozinheira Traída: Renascimento Ardente

Capítulo 3 

Palavras: 734    |    Lançado em: 02/07/2025

nha ausência. O sentimento não era de dor, como na primeira vez, era de libertação. Um peso enorme, que eu carreguei por anos, finalmen

Fotos, prêmios que ganhamos juntos, livros de receitas com anotações que fiz para ele. Joguei

o. Ignorei. Na terceira vez, atendi e coloquei no vi

a voz dele era exigente, s

as coisas", res

azendo? Precisamos conversar s

equipe, sua estratégia. Você tem a Isabela p

ncio do outro

r que eu conhecia tão bem. "Olha, eu preciso que você faça aquela tra

eu paguei por todos os tratamentos dela, tirei do meu próprio bolso, vendi o carro que herdei do meu pai.

transferir n

rinque com isso! É a

nsabilidade. Use o dinheiro qu

o dele ficar pesada. A

go! Depois de tudo que passamo

anto ele dizia que estava "visitando a mãe" e, na verdade, estava com Isabela. Lembrei-me de vender minhas joias para pagar o aluguel do nosso apartamento, porque ele disse que

ção, foram um investimento em um poç

ssustou. "Eu e você. O restaurante. A equipe. Tudo. Es

! Você vai me ver vencer amanhã e va

uma ris

fazer efeito. Você vai ficar lento, sua mente vai ficar confusa. E quando fizerem o exame de doping obrigatório depois da prova, seu

estava processando minhas palavras, talv

está mentindo"

ue não sai? Por que suas mãos estão começando a suar frio?", eu pe

o dele e o de todos da equipe. Peguei minha caixa de papelão e sa

z, a desgraça dele não era meu problema. Era a consequência de suas p

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Cozinheira Traída: Renascimento Ardente
Cozinheira Traída: Renascimento Ardente
“O cheiro de desinfetante hospitalar e o som metálico dos equipamentos eram a trilha sonora do meu fim. Eu estava morrendo, esfaqueada por uma fã louca do meu namorado, Pedro, que gritava que eu era uma "chef malvada" que o havia sabotado. Minha vida passou diante dos meus olhos, mas não foram memórias felizes: só vi minha cozinha, a equipe que treinei e Pedro, o homem cuja carreira construí do zero, todos se virando contra mim. Tudo por causa de uma pote de tempero que Isabela, sua "amiga de infância" e eterna sombra, entregou a ele. Eu sabia que algo estava errado com aquele tempero químico; tentei avisar, que ele continha um forte tranquilizante que abragaria sua carreira. Mas fui ignorada e, pior, acusada de ciúmes e loucura na frente de todos. Meu aviso só serviu para que Pedro me desse um tapa no rosto, a dor da traição sendo muito maior que a física. No dia seguinte, ele competiu, passando mal como previ, mas o público e a própria Isabela culparam meu estresse, pintando-me como a vilã. Enquanto a vida me deixava, ouvi Isabela comemorar minha morte ao telefone com Pedro, revelando que manipulou Pedro e a carreira dele para tê-lo só para ela, fraco e arruinado. Senti uma raiva fria e profunda: a injustiça era imensa, eu não podia morrer assim. Meus olhos se fecharam, e então, se abriram novamente. O familiar cheiro de alecrim e alho invadiu minhas narinas. Diante de mim, estava Isabela, sorrindo e estendendo aquele mesmo pote a Pedro. Eu estava de volta, no momento exato da minha ruína. Desta vez, não haveria tapa, nem sacrifício. Desta vez, eu não protegeria ninguém que me traiu. Desta vez, todos eles iriam pagar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10