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Cozinheira Traída: Renascimento Ardente

Capítulo 4 

Palavras: 607    |    Lançado em: 02/07/2025

rte, jornalistas correndo, jurados com rostos sérios e impassíveis. Era o maior palco da gastronomia do país, o lugar onde sonhos er

prio dinheiro. Estava usando um vestido elegante, meu cabelo estava arrumado, e em m

com o rosto de Pedro estampado. Era ela. A garota que me esfaqueou. Senti um gelo percorrer minha espinha, uma memória fan

ssurrando em seu ouvido. Ela agia como a namorada solidária, a musa inspiradora. Quando seus olhos encont

util de reconhecimento. O jogo dela era

rosto pálido e suado. Ele havia pulado a bar

sperado. "Eu não estou me sentindo bem. Minhas mãos

inalmente o h

o tempero", res

res, fale com eles! Diga que estou doente, inv

acusou de tentar sabotá-lo agora me implo

seus olhos. "Eu não vou fazer nada. Es

u, antes que a segurança o leva

entos, seus olhos tinham um brilho febril. Ele quase derrubou uma panela. Tiago e Carla, seus leais assistentes, trocavam ol

quipe deu uma entrevista rápida para uma repórter de TV.

m Lívia como nossa chef principal", ele declarou, olhando diretamente para a câmera. "Ela se tornou um fardo para a equipe. Sua negatividad

tas se viraram para mim, câmeras piscando. Eles me encontraram. A "chef

mantive meu sorriso sereno, encarei as câmeras e dei uma piscad

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Cozinheira Traída: Renascimento Ardente
Cozinheira Traída: Renascimento Ardente
“O cheiro de desinfetante hospitalar e o som metálico dos equipamentos eram a trilha sonora do meu fim. Eu estava morrendo, esfaqueada por uma fã louca do meu namorado, Pedro, que gritava que eu era uma "chef malvada" que o havia sabotado. Minha vida passou diante dos meus olhos, mas não foram memórias felizes: só vi minha cozinha, a equipe que treinei e Pedro, o homem cuja carreira construí do zero, todos se virando contra mim. Tudo por causa de uma pote de tempero que Isabela, sua "amiga de infância" e eterna sombra, entregou a ele. Eu sabia que algo estava errado com aquele tempero químico; tentei avisar, que ele continha um forte tranquilizante que abragaria sua carreira. Mas fui ignorada e, pior, acusada de ciúmes e loucura na frente de todos. Meu aviso só serviu para que Pedro me desse um tapa no rosto, a dor da traição sendo muito maior que a física. No dia seguinte, ele competiu, passando mal como previ, mas o público e a própria Isabela culparam meu estresse, pintando-me como a vilã. Enquanto a vida me deixava, ouvi Isabela comemorar minha morte ao telefone com Pedro, revelando que manipulou Pedro e a carreira dele para tê-lo só para ela, fraco e arruinado. Senti uma raiva fria e profunda: a injustiça era imensa, eu não podia morrer assim. Meus olhos se fecharam, e então, se abriram novamente. O familiar cheiro de alecrim e alho invadiu minhas narinas. Diante de mim, estava Isabela, sorrindo e estendendo aquele mesmo pote a Pedro. Eu estava de volta, no momento exato da minha ruína. Desta vez, não haveria tapa, nem sacrifício. Desta vez, eu não protegeria ninguém que me traiu. Desta vez, todos eles iriam pagar.”
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