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Ela e o Fogo da Vingança

Capítulo 1 

Palavras: 757    |    Lançado em: 02/07/2025

o consumiam a casa que um dia foi meu lar. No meio do inferno, eu vi o rosto de Patrícia, contorcido em terror e dor, e um último ping

nosso fim. Patrícia, minha colega de quarto, a garota que eu considerava uma amiga, me pediu com olhos pidõe

prova que definiria sua vida. Patrícia, com sua maldade calculada, o acusou falsamente de agressão. O mundo de Pe

ações bons e ingênuos, caíram na armadilha. Patrícia se tornou uma parasita, explorando nossa culpa e nosso dinhe

do. Um futuro aniquilado. Meus pais não aguentaram. A dor os consumiu, e eles se foram logo depois, um

ca coisa que me mantinha de pé. Então, eu

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os

umaça. Não

de entrava pela janela, iluminando as partículas de poeira no ar. Olhei

oladamente. Peguei meu celular da me

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r para casa com ela. O dia antes do vestibular d

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dos, o barulho dos estudantes no corredor, tudo era real. Uma segunda chance. Uma chance de salvar

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mesmo sorriso que enganou a todos. Seus o

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mentiras e destruiu minha família,

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na beirada da minha cama, uma

e ir. Meus pais estão viajando, e eu não queria ficar sozinha no dormit

mo pedido. As m

como na minha memória. Mas desta vez, a garota sentada na minha frente

histórias tristes e sua falsa gratidão. Da forma como ela olhou para o meu irmão, não com afeto, mas com a cobi

sse "Claro, Patrícia! Meus p

olhei diretamente em seus olhos, e pela

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Ela e o Fogo da Vingança
Ela e o Fogo da Vingança
“O cheiro de fumaça invadia meus pulmões, e o calor do fogo queimava minha pele. Eu não lutei, deixei as chamas me consumirem, assim como consumiam a casa que um dia foi meu lar. No meio do inferno, vi o rosto de Patrícia, contorcido em terror e dor, e uma última satisfação percorreu meu coração moribundo: ela morreria comigo. Era o fim justo para a mulher que destruiu tudo o que eu amava, tudo começou na véspera do vestibular. Patrícia, minha colega de quarto, a quem eu considerava amiga, me pediu para passar o feriado em minha casa. Eu, ingênua, concordei e levei a serpente para o meu ninho. Ela seduziu meu irmão, Pedro, acusando-o falsamente de agressão, destruindo seu futuro brilhante. Expulso da escola, ele foi forçado a trabalhar em uma fábrica perigosa, onde acabou morrendo em um acidente. Meus pais não suportaram a dor e se foram logo depois, deixando-me sozinha, consumida por um ódio que era a única coisa que me mantinha de pé. Peguei a gasolina e ateei fogo na casa, certa de que seria o fim. Mas, então, abri os olhos. Eu estava no meu quarto do dormitório da faculdade, meus pais e meu irmão estavam vivos. A data no meu celular me fez prender a respiração: era o dia em que Patrícia me pediu para ir para casa com ela. Eu não estava morta, eu tinha voltado. Uma segunda chance se apresentou, uma chance de salvar minha família e de fazer Patrícia pagar de uma forma que a morte pelo fogo nunca poderia. Naquele momento, a porta do quarto se abriu. Era ela, Patrícia, com seu sorriso doce e falso. "Lívia, eu estava te procurando." O pedido, as mesmas palavras, o mesmo sorriso ensaiado. "Não." Eu sabia que a ingênua Lívia tinha morrido no fogo, e em seu lugar nasceu uma estrategista.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10