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Cicatrizes de um Amor Proibido

Capítulo 2 

Palavras: 881    |    Lançado em: 02/07/2025

alava sobre o anel quebrado. Ninguém mencionava o motivo do meu retorno. Era como se todos estivessem presos em uma peça de teatro mal ensaiada. A Sra. Silva, uma mulher de aparência severa, finalme

mar o filho deles, tinha

, olhando para o meu prato. "Ele é

boa família. Pelo menos isso." Ele me olhou, e por um segundo, vi algo em seus

eu não podia dizer isso. "Nós nos amamos. Não há motivo para esperar", eu disse, tentando soar convincente. Ricardo soltou um

esperamos que você entenda, Sofia. Nosso apoio tem condições. Ricardo vai assumir os negócios da família em breve. Não queremos nenhum escândalo. Seu casamento deve ser discreto. E depois, você e seu marido devem

a carta debaixo da porta dele. E então, a cena mudava. Eu ouvia os gritos. A Sra. Silva segurava a carta, o rosto vermelho de fúria. "Como você ousa? Sua ingrata! Nós te demos tudo!" Ricardo estava lá, parado, o rosto impassível. Eu me lembrava de implorar com os olho

seu sorriso falso. Era uma armadilha, eu sabia, mas recusar só causaria mais problemas com os Silvas. Fui arrastada para o evento, sentindo-me como um peixe fo

me olhar a cada beijo, a cada toque. Ele queria que eu visse. Queria me punir. Laura, por sua vez, aproveitava cada oportunidade para me diminuir. "Sofia

me puxou para o círculo. "Vamos, Sofia, não seja estraga-prazeres." A garrafa girou e, claro, parou em mim. Um d

erendo acabar com aquil

a não superou o Ricardo?" A pergunta foi como um tapa na cara. O grupo todo ficou

agem. "Não. Não é verdade." Minha voz sai

uem? Um namorado imaginário

"Ela está noiva de Pedro", disse ela, com um to

completamente, a mandíbula travada. Ele me encarou, e em seus olhos havia uma mistura de fúria, incredulidade e al

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Cicatrizes de um Amor Proibido
Cicatrizes de um Amor Proibido
“Há cinco anos, fui exilada da fazenda dos Silvas, minha casa de criação, com uma única condição para meu retorno: esquecer Ricardo, meu irmão de criação, o homem que eu amava. Eu voltei, mas não curada, apenas mais forte. Trouxe comigo a prova perfeita da minha "cura": um noivado com Pedro, amigo de Ricardo. Mal lancei a bomba, no dia do meu retorno, Ricardo esmagou meu anel de noivado sob sua bota suja, afirmando que eu não me casaria com ninguém, sua fúria mascarando uma verdade que só agora começo a desvendar. A humilhação se seguiu em uma festa onde Laura, a noiva de Ricardo e minha algoz, me acusou de roubo diante de todos, antes de me empurrar em um lago imundo. Ricardo assistiu, sem estender a mão, depois me trancou na biblioteca de casa. Mais tarde, ele me viu pegar fogo e me deixou queimar, preferindo proteger Laura. A cada rejeição, a cada ferida, eu me perguntava: por que ele me odeia tanto? Ainda assim, agarrei-me a Pedro, que se tornou meu porto seguro. As palavras de Ricardo me assombravam: "Nunca sentiria nada por você além de nojo. Você é minha irmã." Mas sua aversão era tão profunda que escondia algo mais sinistro. Foi na capela, no meu casamento com Pedro, que o segredo veio à tona. Ricardo invadiu a cerimônia, gritando que eu ainda era dele. Pedro, em um ato de desespero, revelou: "Seus pais são os responsáveis pela morte dos pais dela." Aquilo explodiu meu mundo. O amor deles se tornou ódio, e a "proteção" dele, uma farsa cruel. Eu era uma Sofia Pereira, não mais uma Silva. Fui libertada daquela teia de mentiras e violência. Agora, eu e Pedro vivemos nossa felicidade na Europa, observados de longe por um Ricardo cada vez mais imerso em suas próprias ilusões, assombrado pelos fantasmas de um amor que ele mesmo destruiu.”
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