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Cicatrizes de um Amor Proibido

Capítulo 3 

Palavras: 789    |    Lançado em: 02/07/2025

o amigo de Ricardo, com um sorriso de escárnio. "Pedro nunca faria isso com o Ricardo." A implicação era clara: eu era um territór

sabia que Pedro estava em uma reunião importante e provavelmente não atenderia. Peguei o celular, minhas mãos tremendo. Disquei o número dele sob os olhares atentos de todos. Chamou uma, duas, três vezes. Caixa po

ipe conversavam em voz baixa. Não pude evitar ouvir. "Eu não sei o que ela está tramando, mas é patético", Ricardo dizia, a voz cheia de desprezo. "Inventar um noivado com o Pedro? Ela está desesperada por atenção. Sempre foi." Cada pal

go que havia na propriedade, buscando um pouco de paz. Laura me seguiu. "Onde você p

e em paz

mou, o rosto contorcido pela raiva. "Você acha que pode voltar aqui e roubar

de você!", eu gritei

corpo cair para trás. A água barrenta e fria me envolveu, e o choque me deixou sem ar. Consegui volt

correndo. "O que aconteceu?", ele perguntou,

me olhou, o rosto uma pedra de gelo. Ele não estendeu a mão para me ajudar. Ele não perguntou se eu estava bem. Ele simplesmente acreditou nela. "Saia da água, Sofia. E pare de fazer escândalo." A frieza dele era mais d

e de raiva. Cada passo de volta para a sede da fazenda era um esforço. A humilhação queimava em meu peito. Eles me deixar

aceitaram. Eu era um segredo, um fardo, uma peça descartável no jogo de poder deles. E Ricardo, o homem que eu amei com toda a minha alma, era o meu carrasco mais cruel. Aquele dia, algo dentro de mim finalmente se quebrou. A esper

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Cicatrizes de um Amor Proibido
Cicatrizes de um Amor Proibido
“Há cinco anos, fui exilada da fazenda dos Silvas, minha casa de criação, com uma única condição para meu retorno: esquecer Ricardo, meu irmão de criação, o homem que eu amava. Eu voltei, mas não curada, apenas mais forte. Trouxe comigo a prova perfeita da minha "cura": um noivado com Pedro, amigo de Ricardo. Mal lancei a bomba, no dia do meu retorno, Ricardo esmagou meu anel de noivado sob sua bota suja, afirmando que eu não me casaria com ninguém, sua fúria mascarando uma verdade que só agora começo a desvendar. A humilhação se seguiu em uma festa onde Laura, a noiva de Ricardo e minha algoz, me acusou de roubo diante de todos, antes de me empurrar em um lago imundo. Ricardo assistiu, sem estender a mão, depois me trancou na biblioteca de casa. Mais tarde, ele me viu pegar fogo e me deixou queimar, preferindo proteger Laura. A cada rejeição, a cada ferida, eu me perguntava: por que ele me odeia tanto? Ainda assim, agarrei-me a Pedro, que se tornou meu porto seguro. As palavras de Ricardo me assombravam: "Nunca sentiria nada por você além de nojo. Você é minha irmã." Mas sua aversão era tão profunda que escondia algo mais sinistro. Foi na capela, no meu casamento com Pedro, que o segredo veio à tona. Ricardo invadiu a cerimônia, gritando que eu ainda era dele. Pedro, em um ato de desespero, revelou: "Seus pais são os responsáveis pela morte dos pais dela." Aquilo explodiu meu mundo. O amor deles se tornou ódio, e a "proteção" dele, uma farsa cruel. Eu era uma Sofia Pereira, não mais uma Silva. Fui libertada daquela teia de mentiras e violência. Agora, eu e Pedro vivemos nossa felicidade na Europa, observados de longe por um Ricardo cada vez mais imerso em suas próprias ilusões, assombrado pelos fantasmas de um amor que ele mesmo destruiu.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 1719 Capítulo 1820 Capítulo 1921 Capítulo 2022 Capítulo 2123 Capítulo 2224 Capítulo 23