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O Perfumista Queimado

Capítulo 1 

Palavras: 901    |    Lançado em: 02/07/2025

soltar um grito abafado. Eu caí de joelhos no chão frio da

a estava parada na minha frente, com a chaleira vazia na mão, um sorriso cruel nos lábios. "Você acha que ca

dor era intensa, e meu c

eu sussurrei,

ca será. Cada vez que Heitor olha para você, ele só vê uma imitação barata.

ava, a mulher que Isabela idolatrava. E eu, Leo, era apenas o homem que veio depois, um acordo de negócios para manter a

ação, uma nova dor. Isabela era a executora, mas Heitor era o juiz silencioso que permitia tudo. El

raco. Tão impotente. Por que eu continuei aqui? Por que eu aceitei isso por tanto tempo? A resposta era simples:

m isso, I

cozinha, seu terno caro impecável, seu rosto uma máscara de

ndo uma cara de preocupação. "Heitor, eu não f

orçou a ficar de pé. Seu toque era firme, quase doloroso. Ele examinou minhas mãos

to, não olhando para mim, mas para o celular. Um sorriso suave apareceu em seus lábios enquanto ele digitava. Eu sabia que aquele sorriso não era para mim. Era para e

com dinheiro, me vendeu para a família Patterson. "É uma boa oportunidade, Leo. Você terá uma vida de luxo" , ele disse, igno

mente guardou o celular e se virou par

isse, com a voz sem emoção. "Eu vou te compens

u era para ele: um objeto danificado que precisava ser consertado ou subs

, minha voz surpreendentemente firm

ada em surpresa, como se eu tivesse

ulo, Leo. Nós te

os me dando uma estranha coragem. "Eu não aguento mais. Assim que o con

o, seu olhar frio me analisando. Ele n

simplesmente, como se estivesse declarand

e caminhou em

ltaremos para

eclaração de guerra tinha sido completamente ignorada. Mas algo dentro de mim havia mudado. A semente da rebelião havia sido

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O Perfumista Queimado
O Perfumista Queimado
“Naquela mansão de luxo, eu, Leo, vivia uma vida de aparências ao lado de Heitor, meu marido. O casamento era um mero contrato, uma jaula de ouro onde a irmã dele, Isabela, me torturava e Heitor observava com indiferença, sempre me comparando a Eva, sua falecida esposa. Minhas mãos ainda ardiam da água fervente que Isabela jogou, um sorriso cruel nos lábios, quando Heitor entrou, mas não para me defender. Ele me arrastou para o hospital, onde, em vez de consolo, ofereceu dinheiro, como se eu fosse um objeto danificado, enquanto flertava com Sofia, a mulher que era a cópia física de Eva. Farto das humilhações e da dor, pedi o divórcio, mas Heitor apenas riu, dizendo que eu pertencia a ele, que nosso contrato me prendia àquele inferno. Mesmo ferido e humilhado, sabia que precisava escapar para proteger minha tia, que dependia do dinheiro dele para tratamento. Mas, na tentativa de me humilhar ainda mais, eles me forçaram a usar o terno de casamento de Eva, transformando a recepção de Heitor em um palco para minha desgraça, culminando em uma queda que quase me custou a vida. Ainda à beira da morte, ouvi Heitor dizer aos paramédicos para salvarem Sofia primeiro, que minha vida não valia nada. Ele selou meu destino ao destruir meu olfato, a única coisa que me tornava útil para ele, o dom que me transformou em perfumista e que ele usou para recriar o perfume da Eva. A dor e a humilhação me deram uma coragem inesperada: eu iria embora, levaria minha tia e nunca mais olharia para trás. Agora, meu passado e meu futuro colidem em uma batalha por liberdade.”