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Corações Partidos em São Paulo

Capítulo 2 

Palavras: 802    |    Lançado em: 02/07/2025

m que Gabriel cedeu a surpreendeu, mas ela não se demorou no pensamento. Atrib

mar, com convidados da alta sociedade e champanhe jorrando. Daniel era a personificação do sucesso e da paixão que

ado um amor simples e sufocante por uma vida de glamour e excitação. Ela se convenceu de que tinha f

ágico entre eles, tornou-se uma ferramenta de controle. Sempre que Júlia questionava algo ou pedia um pouco de espaço,

to de perturbar um homem à beira da morte? Então ela ce

ava seu casaco, sem nem mesmo precisar pedir. Quando ela tinha um pesadelo, lembrava-se de como ele a abraçava até que ela voltasse a do

strações públicas de afeto que pareciam mais uma performance do que um sentimento real. Ele era possessivo, controlava suas ligações, suas amizades,

ado, e ele culpou Júlia por tê-lo distraído com "problemas domésticos" mais cedo

! Tudo que eu faço é para nós

terrorizante. Gabriel nunca, em todos os anos que passaram juntos

, postou uma foto antiga deles nas redes sociais. Eram adolescentes, primos em uma festa de famí

existência de Gabriel, transformando o casamento deles em um mero desvio no caminho para o "verdadeiro a

agora reconhecia, a fez sentir um calafrio. Ao lado dele, ela parecia ingênua, uma presa fácil. O castelo de cartas que ela havia construído com tanto cuidado começou a desm

agar o gosto amargo do arrependimento. Ela se sentia uma tola. Pior, ela se sentia uma criminosa. Ela não apenas havia d

a voz vazia e morta. O que ela havia feito? Aonde ele teria ido? Pela primeira vez, a ausência dele não era um alívio, mas um b

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Corações Partidos em São Paulo
Corações Partidos em São Paulo
“Júlia segurava o papel do divórcio. Uma obra de arte da manipulação, usou a desculpa da falência para se livrar de Gabriel. Ele, com seu coração mole, nunca a abandonaria na dificuldade, pelo contrário, se destruiria por ela. E foi exatamente isso que a enojou. Ela não queria sacrifício, queria o poder e a paixão que seu primo, Daniel, poderia lhe oferecer. A voz dele, trêmula e confusa, perguntou: "Divórcio? Por dinheiro? Eu te amo, vamos passar por isso juntos." Respondi: "Não te amo mais. É melhor assim. Assine os papéis." No mesmo instante em que ela se livrou dele, o idiota, ele pegou um segundo emprego, vendeu o carro, o relógio, até doou sangue. Tudo para uma conta conjunta que ela secretamente usava para planejar seu casamento com Daniel. "O plano está funcionando perfeitamente", Júlia disse, com uma risada fria. Até que um dia, exausto após um turno duplo, ele decidiu fazer uma surpresa, uma rosa branca em mãos. A porta do escritório estava entreaberta e a verdade foi revelada: "Mal sabe ele que estou usando esse dinheiro para planejar meu casamento com o Daniel." O coração de Gabriel parou. "A história do câncer terminal do Daniel? Foi genial. Você conseguiu convencê-lo a forjar os exames?" "Claro. Ele é tão... previsível. Tão chato. O amor dele me sufoca." Cada palavra era uma facada em seu peito, pois ele, que cresceu ouvindo português da mãe brasileira, entendia cada parte da conversa. Seu amor, seu sacrifício, sua dor, sua esperança, tudo era uma piada para ela. Ele não era um herói, era um tolo sendo enganado, e a rosa branca caiu de seus dedos. Naquela noite, Gabriel olhou para sua própria assinatura. Ele saiu do apartamento e desapareceu na noite, sem deixar rastros.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 1719 Capítulo 1820 Capítulo 1921 Capítulo 2022 Capítulo 2123 Capítulo 2224 Capítulo 2325 Capítulo 24