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Justiça Distorcida

Capítulo 2 

Palavras: 787    |    Lançado em: 02/07/2025

dela er

ha

primeira noiva de "boa

atística ou a primeira de uma lista

riso, que ilumina

tava desafinadamente pela ca

e ela me contou que i

sse, sentada na minha cama, os olhos brilha

ro... ele é gentil. Ele só está doente. P

editava

r e sua vitalidade poderia

na bondade, na

s, um médico respeitado na ci

ue a família Silva era poderosa e poderia nos aj

senti um calafrio.

cê, Clara?"

E talvez... talvez eu possa ser feliz", ela respo

a vi viva foi no

co, mas havia uma sombra em seus olh

uinte, a not

al sú

mansão dos Sil

aram entrar

eu

corpo dela, coberto

ha escura

ado em que

erta, eu

çol por um segundo... não

do, como o de uma

ha mente, um pesadelo que

té minha garganta f

tou para fora, o rosto dele

Por favor, se acalm

aquela porta, eu queria matar quem quer q

e horror, note

deveria estar exigindo respost

pria filha com uma dor terríve

já esperasse

o acusou. Ele apenas m

ão oficial f

amigo dos Silva, dizia "parada c

encer

semanas e depois se calou, in

não m

uanto outras sete garotas encontra

zi

recortes d

nomes de c

as elas estavam aterrorizadas d

gava perto de algo,

voz cansada. "Você está se machucan

i assassinada, pai! E voc

édia. Aceite", ele respondia

cresceu a cada ano, a

eu pai, mas não conse

a esconde

ter

lva anunciaram que precisavam de uma

ar a verdade, eu a ar

custasse a

u fui até o escr

no escuro, um cop

. "Eu vou me candidatar para ser

u. O copo em su

ado, cheio de tudo o que n

meu próprio pai me ajudaria a sair de lá ou se e

-

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Justiça Distorcida
Justiça Distorcida
“Na nossa cidade, o sobrenome Silva sempre foi sinônimo de poder e mistério. Eles casavam seus herdeiros doentes com noivas "de sorte" para transferir vitalidade. Mas minha irmã Clara, a primeira dessas noivas, foi encontrada morta no dia seguinte ao casamento, seu corpo irreconhecível, como se toda a vida tivesse sido sugada. Oito anos se passaram, e oito outras noivas de Pedro Silva tiveram o mesmo destino macabro, enquanto ele, milagrosamente, ficava cada vez mais forte e saudável. A cidade, aterrorizada, chamou-o de monstro, sussurrando sua lenda urbana. Ninguém parecia capaz de deter a família Silva. Eles abafaram os casos, as autópsias eram inconclusivas, e até meu próprio pai, um médico respeitado na cidade, que arranjou o casamento da Clara, manteve um silêncio assustador sobre isso. Eu implorei por respostas, mas ele me ignorava, me afastando da verdade. Eu não entendia por que ninguém ousava enfrentar os Silva, por que meu pai, que deveria me proteger, parecia tão ausente. Por que as mortes continuavam impunemente? Quando os Silva procuraram a nona noiva, a cidade inteira me chamou de louca por me apresentar. Eles não sabiam que a primeira vítima, Clara, era minha própria irmã. Eu sou Sofia, e me ofereci para ser a próxima noiva. Não por sorte ou dinheiro, mas para desvendar a verdade e fazer justiça.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10