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Justiça Distorcida

Capítulo 3 

Palavras: 715    |    Lançado em: 02/07/2025

tório do meu pai du

na penumbra, a silhueta

to, uma proibição,

uer c

e no escuro, eu não conse

nte, el

rouca, desprovida

tem ce

me pegou

stá louca?" ou

unta calma,

firmeza. "É o único jeito de desc

, um som lon

ndeu um pequeno a

seu rosto, e eu vi o

oso e de um segredo pesado o

isse, abrindo uma gaveta de sua

queno saco de vel

o a

heiro e um pequeno colar de

lar da m

para quê?", ga

á fazendo isso por escolha, talvez por uma atração bizarra pelo poder deles", ele explicou, a voz ainda monótona, c

rt

soou como

remeu ao to

a ser de amor e proteção

o para a batalha, não

ue eu segurei por

"Você não vai nem tentar me impedir? Você vai simple

no ar entre nós,

se, que ele me mostrasse um pingo daquele pai que

o, seu rost

desapareceu, substituída por

ada palavra uma faca gelada. "E você est

a convenceu!", eu gritei, as lágrimas

virando-se para a janela, me dando as cos

e era uma pa

a. Inexp

lando com uma estranha, não

brada pela dor e pela confusão. "Você a ama

o resp

do para a escuridão lá

o era sua

ue eu conhecia estava morto e ente

saco de ve

o estava e

onfronto, esperando uma luta,

leto que doía mais d

irei pa

quando ele falou de novo, a v

of

de esperança idiota

ém naquela casa. Esp

o que e

e cuidado" de u

frio, quase u

rta atrás de mim, deixando-o sozin

noite, e

etamente sozinh

preender, era agora parte do enigma que eu precisava r

-

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Justiça Distorcida
Justiça Distorcida
“Na nossa cidade, o sobrenome Silva sempre foi sinônimo de poder e mistério. Eles casavam seus herdeiros doentes com noivas "de sorte" para transferir vitalidade. Mas minha irmã Clara, a primeira dessas noivas, foi encontrada morta no dia seguinte ao casamento, seu corpo irreconhecível, como se toda a vida tivesse sido sugada. Oito anos se passaram, e oito outras noivas de Pedro Silva tiveram o mesmo destino macabro, enquanto ele, milagrosamente, ficava cada vez mais forte e saudável. A cidade, aterrorizada, chamou-o de monstro, sussurrando sua lenda urbana. Ninguém parecia capaz de deter a família Silva. Eles abafaram os casos, as autópsias eram inconclusivas, e até meu próprio pai, um médico respeitado na cidade, que arranjou o casamento da Clara, manteve um silêncio assustador sobre isso. Eu implorei por respostas, mas ele me ignorava, me afastando da verdade. Eu não entendia por que ninguém ousava enfrentar os Silva, por que meu pai, que deveria me proteger, parecia tão ausente. Por que as mortes continuavam impunemente? Quando os Silva procuraram a nona noiva, a cidade inteira me chamou de louca por me apresentar. Eles não sabiam que a primeira vítima, Clara, era minha própria irmã. Eu sou Sofia, e me ofereci para ser a próxima noiva. Não por sorte ou dinheiro, mas para desvendar a verdade e fazer justiça.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10