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Justiça Distorcida

Capítulo 4 

Palavras: 615    |    Lançado em: 02/07/2025

. Ricardo Alves e irmã da primeira noiva, me ofereci para casar

do abraço do meu pai

a mão firme nas minhas costas, sua voz cheia de i

antes de dormir, história

a aquele h

o ter medo, agora me empurrava

ferida aberta contra

omeçou a toc

zinhos, depois amigos

ersal: choque, se

ainha

ageiro da f

. Eles aceitaram

a se esgotando.

é a mansão dos Silva, uma mul

tavam lá pa

lá par

adora de fortunas!"

riou no túmulo!", disse um homem. As p

anciosa quanto

do para a morte

cusações vinham

scer, que sorriam para mim na rua,

da minha mãe frio contra a minha pe

mpenhando o papel que meu pai me de

, alguém j

ombro, a gema amarela es

o era h

tidão

r. Um tomate podre atingiu min

do, sem acelerar,

o, era combustível para a minha

sabiam

am da Clara.

ito anos com a imagem de um braço

ultidão host

u

lado da rua, parcialmente

ritando. Não est

apenas...

e encontraram

dele era i

Não era orgulh

de medo e de algo mais, algo que

olução

o de cabeça qua

u e foi embora, desa

har, aque

oi um

a conf

plano dele, estava em andame

a espinha ereta, eu cheguei

me esperava pareci

fechou, e o barulho da

ro era mais assustador d

ando na fortal

a núme

im mesma que s

-

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Justiça Distorcida
Justiça Distorcida
“Na nossa cidade, o sobrenome Silva sempre foi sinônimo de poder e mistério. Eles casavam seus herdeiros doentes com noivas "de sorte" para transferir vitalidade. Mas minha irmã Clara, a primeira dessas noivas, foi encontrada morta no dia seguinte ao casamento, seu corpo irreconhecível, como se toda a vida tivesse sido sugada. Oito anos se passaram, e oito outras noivas de Pedro Silva tiveram o mesmo destino macabro, enquanto ele, milagrosamente, ficava cada vez mais forte e saudável. A cidade, aterrorizada, chamou-o de monstro, sussurrando sua lenda urbana. Ninguém parecia capaz de deter a família Silva. Eles abafaram os casos, as autópsias eram inconclusivas, e até meu próprio pai, um médico respeitado na cidade, que arranjou o casamento da Clara, manteve um silêncio assustador sobre isso. Eu implorei por respostas, mas ele me ignorava, me afastando da verdade. Eu não entendia por que ninguém ousava enfrentar os Silva, por que meu pai, que deveria me proteger, parecia tão ausente. Por que as mortes continuavam impunemente? Quando os Silva procuraram a nona noiva, a cidade inteira me chamou de louca por me apresentar. Eles não sabiam que a primeira vítima, Clara, era minha própria irmã. Eu sou Sofia, e me ofereci para ser a próxima noiva. Não por sorte ou dinheiro, mas para desvendar a verdade e fazer justiça.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10