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Um Novo Amanhecer

Capítulo 1 

Palavras: 753    |    Lançado em: 02/07/2025

s se passaram desde que Lu

ele

ela, a mulher por quem ele me trocou, agora com u

ucas vestia roupas de artista, deliberadamente manchadas de tinta, com um ar boêmio e arrogante. Gabriela se agarrava ao

stava no topo da escadaria,

a carregada de uma falsa nostalgia, como s

iela, sua musa. Na época, ele me disse que a arte era sua única paixão. Mais tarde, descobri que

s. Gab

ia. Nesses três anos, aprendi a construi

har percorrendo a decoração suntuosa da sala de estar com um desprezo m

sso à frente, a mão repousando

uma voz suave, quase um sussurro. "Mas Lucas e eu, nós nos am

ixonou. Eu sabia a verdade. Sabia da sua manipulação, da forma

trou o dela, fr

o quê, ex

m som seco e

iemos em paz. Na verdade, te

degraus, seu cheiro de tinta e ci

avidez não está sendo fácil. Pensamos que você poderia cu

ava apenas me pedindo para aceitar sua amante grávida

cercado por outros artistas boêmios. Ele e Gabriela riam, bebiam e planejavam uma exposição p

enha, seja minha fã núme

, eu chorei

ou em meus lábios. Inclinei a cabeça,

r da Ga

"Prepare um quarto para nós, o melhor de preferência. E diga para p

oz suave como seda. "Vou cu

ibuiu com um olhar satisfeito. Eles achavam que tinham venci

sabiam

inhos correndo no corredor do anda

menino de uns dois anos, com cachos escuros e olho

nha direção, os

amã

coou na sal

os por uma expressão de puro choque. O olhar de Lucas saltou do meni

um rosnado baixo e incrédulo

le então se virou, apontando para o corredor de onde viera, e sua

Papai t

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Um Novo Amanhecer
Um Novo Amanhecer
“Três anos se passaram desde que Lucas me abandonou no altar, trocando-me por Gabriela. Hoje, ele e a amante grávida, com uma barriga proeminente e um ar de triunfo, retornaram à luxuosa mansão da família Monteiro, a mesma casa que um dia pensei que seria meu lar. Com um sorriso sínico, Lucas, o "artista" boêmio, me rebaixou, pedindo que eu agisse como uma serva para Gabriela. Minha fúria borbulhava, mas mantive a compostura, assistindo-os se vangloriar de que haviam vencido. Foi então que uma pequena voz ecoou do andar de cima: "Mamãe!" Meu filho, Pedro, correu para mim, selando o destino daquele reencontro. Lucas e Gabriela congelaram, seus sorrisos sumindo ao verem meu filho, uma cópia minha. Lucas, banhado em ódio e descrença, lançou acusações vis: "Seu filho? Você teve um filho? Sua vagabunda! Tinha um amante!" Ele apontou para Pedro, chamando-o de "bastardo" e ameaçando jogá-lo na rua. A fúria protetora irrompeu em mim, e eu jurei que ele não tocaria em meu filho. No auge da discussão, Gabriela encenou uma queda, clamando por sua barriga e acusando-me de empurrá-la. Lucas, cego pela raiva e pela manipulação de Gabriela, me forçou a me ajoelhar e pedir desculpas. Mas ele não estava satisfeito; ele queria me aniquilar, ameaçando o futuro de Pedro. Enquanto Lucas arrastava meu filho inerte em direção à porta principal, o Dr. Ricardo Monteiro, meu marido e pai de Pedro, surgiu na entrada. Ele avaliou a cena em segundos: eu ferida no chão, Gabriela fingindo dor, e Lucas com Pedro desmaiado nos braços. Ricardo pegou Pedro, ordenou que chamassem um médico e, com uma calma assustadora, revelou a Lucas a verdade: "Pedro é meu filho. O seu irmão mais novo. Sofia é minha esposa. Ela é sua mãe agora, Lucas." Lucas desabou, o terror no rosto enquanto percebia a magnitude de seus erros. Ricardo ordenou que Lucas fosse açoitado, punindo sua crueldade e arrogância. Um mês depois, após se recuperar, Lucas doou sua herança e se retirou para um mosteiro, deixando para trás seu passado. Sete meses após o ocorrido, nossa filha Clara nasceu, e nossa família floresceu em paz e felicidade.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10