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Um Novo Amanhecer

Capítulo 2 

Palavras: 696    |    Lançado em: 02/07/2025

pairou no ar, carreg

ra ardiam de fúria e incredulidade. Ele olhou para o pequeno Pe

, cada sílaba pingando ven

datas, tentando me acusar de traição, de ter outro homem enquanto ain

ro no colo. O cheirinho de

é meu filho. O n

força, sentindo seu corpinho quente contra o meu. Ele era meu mundo, a

idade. Ela se aproximou de Lucas, a mão em seu braço, o

para que eu ouvisse. "Não me diga que... que ela est

a para me pintar como a vilã,

fixo em mim, a acusação se

ocê tinha um amante o tempo todo. E agora tem a au

edro, que se encolheu em meus braç

enhora Elvira, que me viu chegar aqui desola

e assim," ela disse, com a voz tr

em você pensa que é para me dar ordens? Esta ainda é a

la sua própria insignificância. Ele não conseguia ver

um ombro para chorar, um teto sobre minha cabeça e, o mais importante, respeito. Ele viu a mulher forte que eu poderia me tornar, não a noiva abandonada que eu era. Com o tempo, nossa amizade se transformou em algo mais profundo. Encontrei nele o

a direção. Seus olhos estavam fixos em Pedro, não como uma cr

ele rosnou. "Não quero esse.

acendeu uma fúria protetora dentro

o em meus braços, e o encarei de frente. Minha

rto dele," eu disse, mi

louquecido. "Eu vou tirar ele dos seus braços e jogá-

avan

sse processar. Coloquei-me inteiramente na

va a tocar no

o era um pedido.

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Um Novo Amanhecer
Um Novo Amanhecer
“Três anos se passaram desde que Lucas me abandonou no altar, trocando-me por Gabriela. Hoje, ele e a amante grávida, com uma barriga proeminente e um ar de triunfo, retornaram à luxuosa mansão da família Monteiro, a mesma casa que um dia pensei que seria meu lar. Com um sorriso sínico, Lucas, o "artista" boêmio, me rebaixou, pedindo que eu agisse como uma serva para Gabriela. Minha fúria borbulhava, mas mantive a compostura, assistindo-os se vangloriar de que haviam vencido. Foi então que uma pequena voz ecoou do andar de cima: "Mamãe!" Meu filho, Pedro, correu para mim, selando o destino daquele reencontro. Lucas e Gabriela congelaram, seus sorrisos sumindo ao verem meu filho, uma cópia minha. Lucas, banhado em ódio e descrença, lançou acusações vis: "Seu filho? Você teve um filho? Sua vagabunda! Tinha um amante!" Ele apontou para Pedro, chamando-o de "bastardo" e ameaçando jogá-lo na rua. A fúria protetora irrompeu em mim, e eu jurei que ele não tocaria em meu filho. No auge da discussão, Gabriela encenou uma queda, clamando por sua barriga e acusando-me de empurrá-la. Lucas, cego pela raiva e pela manipulação de Gabriela, me forçou a me ajoelhar e pedir desculpas. Mas ele não estava satisfeito; ele queria me aniquilar, ameaçando o futuro de Pedro. Enquanto Lucas arrastava meu filho inerte em direção à porta principal, o Dr. Ricardo Monteiro, meu marido e pai de Pedro, surgiu na entrada. Ele avaliou a cena em segundos: eu ferida no chão, Gabriela fingindo dor, e Lucas com Pedro desmaiado nos braços. Ricardo pegou Pedro, ordenou que chamassem um médico e, com uma calma assustadora, revelou a Lucas a verdade: "Pedro é meu filho. O seu irmão mais novo. Sofia é minha esposa. Ela é sua mãe agora, Lucas." Lucas desabou, o terror no rosto enquanto percebia a magnitude de seus erros. Ricardo ordenou que Lucas fosse açoitado, punindo sua crueldade e arrogância. Um mês depois, após se recuperar, Lucas doou sua herança e se retirou para um mosteiro, deixando para trás seu passado. Sete meses após o ocorrido, nossa filha Clara nasceu, e nossa família floresceu em paz e felicidade.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10