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Sufocada Pelo Amor Perverso

Capítulo 4 

Palavras: 1044    |    Lançado em: 02/07/2025

u instantaneamente. A barreira invisível que me protegia desapareceu. Dona Lúcia, Joã

. As duas saídas do vagão

ça na mão. Eu não ia gritar. Não ia parecer a

feia. João ficou ao lado dela, o corpo grande projetando uma sombra sobre mim. Pedr

se Dona Lúcia, a voz pingando

hou para nós, confuso. "

de mim. "Só uma pequena discussão de família. Minha sobr

como mentalmente instável, justificando qualquer comp

alma e firme, falando com o atendente. "E eu

ão se esticando em minha direçã

epulsa. Como ele sabia meu nome? Na outra vida, eu devo ter

m", avisei, recu

ao atendente, com um suspiro. "É o que o remédi

ber o que fazer. Ele era um vendedo

e por bem ou por mal, garota estúpida. Você nos causou problemas suficientes. Agora

qualquer humanidade, que me chocou por um seg

ussurrei, mais para mi

mília", ela retrucou. "Algo que uma

ra João. Ele se mov

ando e

abri o aplicativo de streaming ao vivo. Eu já tinha tu

o celular para que a câmera capturasse o rosto de D

arregalados de confusão. "O qu

a. Eu sou uma estudante. Esta família está tentando me sequestrar neste trem, agor

em, João, e a mãe dele, Dona Lúcia, são sequestr

chamar a segurança novamente. Os poucos outros passageiros no vagão pegaram seus

eçou a subir rapidamente. 100. 500. 1000.

ucura é

o é

a pol

forma que ela não entendia. Sua tática de manipulação em

gritou, tentando pegar

rto de mim! Todo mundo está v

óxima se levantou. Ele era alto, de ombros largos e usava

, a voz calma, mas com um tom de

descuidada. "E quem é você para se meter? Isso é

abriu a jaqueta, revelando um di

se ele. "Por favor, senhora, encoste na parede com as m

redador se tornou a presa. João, não entendendo a complexidad

a...", gaguejou a velha

le pegou seu rádio e falou. "Aqui é o agente Silva. Preciso de apoio na es

o. A prisão, os rostos chocad

tários no meu strea

ota que quebrou o br

agão. Ela foi super g

questro, parece bri

ta tá quer

assombrar. As pessoas que não viram o que aconteceu aqui, no restaurante,

dade estava longe de acabar. E agora, eu tinha um

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Sufocada Pelo Amor Perverso
Sufocada Pelo Amor Perverso
“O cheiro do trem é uma mistura nauseante de metal velho e suor, um presságio familiar do inferno. Fecho os olhos com força, e uma memória me atinge como um soco: o mesmo vagão, o mesmo assento, o mesmo sol poeirento. Da outra vez, eu era Sofia, uma estudante de psicologia ingênua voltando para casa, feliz por ter economizado na passagem. Lembro da mão áspera de Dona Lúcia, do sorriso babado de João, do copo d' água... Lembro do porão úmido e escuro. A tontura. O medo. E o cheiro de mofo e desespero. Abri os olhos de repente, o coração martelando. Estou de volta. No mesmo dia, no mesmo trem. Lá está ela. Dona Lúcia, o Pedrinho e o João. A mesma família, o mesmo plano. Ela me vê. O sorriso de caçadora se forma em seu rosto enrugado. "Com licença, minha jovem", ela diz, a voz trêmula e doce. "Será que você se importaria de nos ajudar?" A mesma desculpa. A mesma mentira. Da outra vez, eu sorri e disse "Claro". Desta vez, eu a encaro. "Não", digo, a palavra fria e dura. O sorriso dela vacila. O coração martela. A raiva ferve. Ela não sabe com quem está lidando. A estudante de psicologia ingênua morreu naquele porão. Quem voltou foi outra pessoa. Alguém que não sentiria mais pena.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10