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Sufocada Pelo Amor Perverso

Capítulo 3 

Palavras: 1112    |    Lançado em: 02/07/2025

om a ajuda de ninguém. A indiferença do chefe de trem e o julgamento dos passageiros deixaram claro que eu estava so

na Lúcia e a presença ameaçadora de João, era uma tortura e um risco. C

ignorando os olhares e os cochichos. Fui direto ao vagão-restaurante. Era u

om uma visão clara de quem entrava e saía. O alívio foi imediato. O ar al

Eles sabiam que eu estava no trem. Eles me queriam. Eles viriam atrás de mim. A recusa inicial e o confronto público não os fariam desistir

quanto. Abri o contato do meu irmão, Marcelo. Pensei em ligar, em contar tudo. Mas o que eu diria? "Oi, irmão.

ncretas. Algo que a polícia e

úcia usava a aparência de fragilidade e a manipulação emocional. João era a força bruta, a ameaça física. Pedrinho era a is

lpa social das pessoas. Minha tarefa er

ceu. Comecei a pensar que talvez eles tivessem desistido. Tal

que ouvi a

rinho pela mão. Ela não me viu. Passou direto pela mi

erguntou ao atendente, a voz cheia de uma falsa preocupação. "Minha sobrin

u a cabeça. "Não, s

desolada. "Ela é tão jovem, não conhece

"sobrinha confusa". Se ela me encontrasse e fizesse um escândalo, quem

i a câmera, posicionando-a de forma que p

aia da avó. "Vovó,

urar a moça nos outros vagões. Nós vamos achá-la, não se preoc

tada pelo microfone do meu celular. Um arrepio percorreu meu corp

irou para procurar uma mesa. Seus olhos passaram p

almamente observando-a. A máscara de preocupação caiu, e eu vi a raiva pura em seus

ponta do vagão, sentando-se de costas para mim. Ela começou a

ma presa. Seus olhos percorreram o ambiente e se fixaram em mim. Um sorriso lento e feio

m a câmera ligada, a ameaça fí

, um homem grande e forte, entrou no vagão-restaurante para seu próprio café. El

i?", o segurança pe

ecendo confuso

Não, senhor, de jeito nenhum! Meu filho só estava m

nçando um olhar mortal na minha direção antes de se sentar

a rede estava se fechando. Eles sabiam

armazenamento na nuvem e, em uma mensagem rápida, para o WhatsApp do meu irmão Marcelo, com um

tentaria ligar. Eu colocaria o celular no silencioso. Mas a

ília sentada do outro lado do vagão. Eles estavam cochichando, planeja

sido temporariamente impedidos. E eu sabia que a próx

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Sufocada Pelo Amor Perverso
Sufocada Pelo Amor Perverso
“O cheiro do trem é uma mistura nauseante de metal velho e suor, um presságio familiar do inferno. Fecho os olhos com força, e uma memória me atinge como um soco: o mesmo vagão, o mesmo assento, o mesmo sol poeirento. Da outra vez, eu era Sofia, uma estudante de psicologia ingênua voltando para casa, feliz por ter economizado na passagem. Lembro da mão áspera de Dona Lúcia, do sorriso babado de João, do copo d' água... Lembro do porão úmido e escuro. A tontura. O medo. E o cheiro de mofo e desespero. Abri os olhos de repente, o coração martelando. Estou de volta. No mesmo dia, no mesmo trem. Lá está ela. Dona Lúcia, o Pedrinho e o João. A mesma família, o mesmo plano. Ela me vê. O sorriso de caçadora se forma em seu rosto enrugado. "Com licença, minha jovem", ela diz, a voz trêmula e doce. "Será que você se importaria de nos ajudar?" A mesma desculpa. A mesma mentira. Da outra vez, eu sorri e disse "Claro". Desta vez, eu a encaro. "Não", digo, a palavra fria e dura. O sorriso dela vacila. O coração martela. A raiva ferve. Ela não sabe com quem está lidando. A estudante de psicologia ingênua morreu naquele porão. Quem voltou foi outra pessoa. Alguém que não sentiria mais pena.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10