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Adeus, Amor de Segunda Mão

Capítulo 2 

Palavras: 731    |    Lançado em: 02/07/2025

em casa tarde da noite, parecendo exausto, e nem olhou para ele. Ele simplesm

péis?", perguntei, tentan

sado", ele respondeu, já subi

a. Ele não se importava com a empresa que eu ajudei a construir, nem com os docum

de apagar nossa história. Foto por foto, postagem por postagem. A viagem para a praia, nosso ani

abado de postar uma foto. Era uma selfie dele com Daniel, sorri

u estava em casa apagando os vestígios da nossa vida juntos. A ironia er

aiu cedo sem dizer uma palavra. Passei o dia trabalhando, tentando me manter ocupado. À noite, Carla me lig

, a campainha tocou. Era Alex, segurando

e, com um sorriso cansado. "Descul

O Alex que, em raros momentos, parecia se importar. Ele colocou o bolo na mesa e com

disse, seus olhos br

agem, apenas nós dois. Estávamos com as malas prontas quando o telefone dele tocou.

u preciso ir, Leo. E

nha voz falhando. "É m

rometo", ele disse, já pegando as chaves.

a vez por todas, o meu lugar na vida dele. Eu era o plano B, a rede de segurança. O amor dele, a devoção dele, pe

os gestos gentis, não eram amor. Eram migalhas de uma atenção que ele me dava por conveniê

no bolo continuava queimand

ou. O nome "Daniel

is para mim, com uma expressão d

um sussurro preocupado. "O que foi a

a mesma expressão de sempre no ros

o interromp

is pegou o casaco e saiu, me dei

i os olhos. No ano passado, meu desejo foi qu

eu desejo f

is te amar", sussur

eu apague

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Adeus, Amor de Segunda Mão
Adeus, Amor de Segunda Mão
“"Vou me divorciar do Alex", eu disse à Carla, minha melhor amiga. Ela quase engasgou com o café, chocada. Por três anos, minha vida de casado foi uma sombra tênue, onde o verdadeiro amor do meu marido sempre foi outro. Alex, a estrela do time de natação da faculdade, nunca me amou. Eu era o porto seguro, o substituto convenientemente disponível quando seções de seu coração se estilhaçaram pela partida de Daniel, seu noivo, no altar. Casei-me com ele, sabendo que era amor de segunda mão, mas alimentava a esperança tola de que um dia eu seria suficiente. Essa esperança definhou a cada vez que Alex corria para o lado de Daniel, a cada crise - real ou fabricada - do homem que ele ainda idolatrava. Eu era a figura de fundo, o zelador, aquele que cuidava da casa enquanto ele vivia sua vida, em constante devoção a Daniel. Ele me defendia casualmente, mas o fez porque eu era seu "marido", não Leo, a pessoa. No dia do meu aniversário, quando ele cantou "Parabéns pra Você" com um bolo em mãos, meu coração vacilou. Mas então, o celular tocou, o nome "Daniel" brilhou na tela, e Alex se desculpou, apressado para atender ao chamado de seu verdadeiro amor, deixando-me sozinho com a vela acesa. Naquele momento, não houve mais hesitação. "Desejo nunca mais te amar", sussurrei para o silêncio, apagando a vela. Eu não era mais um prêmio de consolação. Não era mais o estepe. Era hora de me libertar de uma década de amor não correspondido e três anos de uma mentira. Com uma calma assustadora, preparei os papéis do divórcio. Seria a última vez que Alex me subestimaria. Seria a minha própria libertação.”