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Memórias Perdidas, Amor Encontrado

Capítulo 3 

Palavras: 790    |    Lançado em: 03/07/2025

a irritação. Ela cruzou os braços, uma pos

o me conhece e agora quer o divórcio? Pedro, você está cada

as um cansaço profundo. Era óbvio que, para ela, tudo o que eu fazia era um c

"Quero sair desta casa que não sinto como minha, deste casamento que, pel

era eu. Você largou sua carreira, seus amigos, tudo. Você vive do

alpável. Ela me via como um par

ciso que você concorde com o divórcio. Pode ficar com tudo. A

completamente. Ela estava acostumada a gritar, a ser o centro de

sma do que para mim. "Isso é só mais uma fase do seu dram

batendo a porta. A mensagem era

caros e orgânicos. Vi uma caixa de croissants de uma padaria famosa, a "Le Ciel Pâtisserie". Um flash de informação, cortesia d

peguei apenas uma maçã. Eu não ia comer a comida que

da frente se abrir. Não era Sofia. A voz que ec

Trouxe seu café

bem-vestido e tinha um sorriso arrogante estampado no rosto. Ele parou abrupt

pé. Soube do seu... incident

brilhavam com um triunfo mal disfarçado. Ele me via como um obstáculo pat

tida para o trabalho em um terninho impecável

não precisava

e a beijou no rosto, um gesto demorado e íntimo demais para ser apenas amizade. E

rando completamente. Eu era um fantasma na minha própria cozinha. Tiago pegou uma xícara no

dro teria feito uma cena, gritado, talvez até chorado. Teria dado a Tiago e

eu

ei o miolo no lixo e me v

de falsa simpatia. "Não vai tomar café com a

i para encará-lo. Olhei

sse, minha voz sem emo

tável pairando entre eles. Eu podia sentir o olhar de Sofia nas mi

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Memórias Perdidas, Amor Encontrado
Memórias Perdidas, Amor Encontrado
“A luz branca do hospital queimava meus olhos, e uma dor aguda perfurava minha cabeça. Tentei me mover, mas meu corpo pesava uma tonelada. "Pedro, você finalmente decidiu parar com o show?", uma voz feminina cortante perguntou. Eu mal conseguia me lembrar do meu próprio nome, muito menos dela. "Quem é você?", minha voz saiu rouca. Ela bufou, desdenhosa. "Sério, Pedro? Outro truque? Depois de tentar se matar, agora vai fingir amnésia?" Suicídio? Olhei para as marcas de agulhas e o curativo no meu pulso. A última coisa que eu lembrava era de estar comemorando meus dezoito anos, sonhando em convidar Sofia Costa para sair. "Eu tenho dezoito anos. Acabei de terminar o colégio!", gaguejei. Ela riu, amargamente. "Pedro, você tem vinte e sete anos. Nós estamos casados há cinco anos. Eu sou Sofia Costa, sua esposa." Sofia Costa. A garota dos meus sonhos. Minha esposa. Olhei para a aliança de ouro no meu dedo. "Casados?", sussurrei, sentindo o peso do mundo desabar sobre mim. "Sim. Um casamento que você transformou em um inferno com sua obsessão e ciúme doentio", ela respondeu, antes de me acusar de um "acidente de carro porque você estava bêbado, seguido de uma tentativa de suicídio no hospital." Um médico confirmou que minha mente voltou para os dezoito anos. Ele me entregou um espelho. O rosto que me encarava não era o de um jovem sonhador, mas o de um homem esgotado, com linhas de preocupação. O idealismo dos meus dezoito anos se chocou violentamente com a realidade degradante dos meus vinte e sete. Eu me tornei um "cachorrinho", um "lambe-botas", um homem tão patético que Sofia me tratava como lixo. Mas o garoto lá dentro, aquele Pedro que nunca se humilharia, estava de volta. E com uma determinação fria e dura. "Doutor", eu disse, minha voz firme pela primeira vez. "Eu quero o divórcio."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10