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Memórias Perdidas, Amor Encontrado

Capítulo 4 

Palavras: 677    |    Lançado em: 03/07/2025

a lendo um livro que encontrei na estante – tentando entender o mundo desses últimos

te a mim. Ele se inclinou para a frente, com uma expressão de falsa compaixão. "Só quero que

ão estava ali por mim. Ele estava me estudando, medindo minha

venha de você", respondi,

s todos adultos aqui. Eu sei que você tem ciúmes da minha amizade com a Sof

se, finalmente fechando o livro e o encarando. "E irmãos não t

a essa franqueza. Ele esperava a explosão d

tá te deixando paranoico", ele retrucou,

evantando. "Eu sou apenas um bom observador. E o que eu

io. Ela viu a tensão entre nós, o rosto de

?" ela perguntou, o tom já a

de volta no lugar. "Eu só estava conversando com o Pedro, tentan

esprezo. "Pedro, pare de arrumar briga com o Tiago. Ele é nosso am

u seu amigo?", per

discutir isso de novo! Estou cansa

Não vale a pena. Falando em coisas mais agradáveis, e o jantar de gal

rosto suavizando instantan

ícia nos olhos. "Você deveria vir também, Pedro

, enquanto ele desfilava com Sofia. Queria que todos vissem quem realmente estava no con

o anos tinha, falou mais alto. Eu não ia me esconder.

iso surgiu n

eu disse, para a surpresa

a, cujo queixo

gando. "Eu preciso acompanhar minha lind

vras por um instante. Sofia me encarou, seus olhos escuros tentando decifrar o que havia mudado

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Memórias Perdidas, Amor Encontrado
Memórias Perdidas, Amor Encontrado
“A luz branca do hospital queimava meus olhos, e uma dor aguda perfurava minha cabeça. Tentei me mover, mas meu corpo pesava uma tonelada. "Pedro, você finalmente decidiu parar com o show?", uma voz feminina cortante perguntou. Eu mal conseguia me lembrar do meu próprio nome, muito menos dela. "Quem é você?", minha voz saiu rouca. Ela bufou, desdenhosa. "Sério, Pedro? Outro truque? Depois de tentar se matar, agora vai fingir amnésia?" Suicídio? Olhei para as marcas de agulhas e o curativo no meu pulso. A última coisa que eu lembrava era de estar comemorando meus dezoito anos, sonhando em convidar Sofia Costa para sair. "Eu tenho dezoito anos. Acabei de terminar o colégio!", gaguejei. Ela riu, amargamente. "Pedro, você tem vinte e sete anos. Nós estamos casados há cinco anos. Eu sou Sofia Costa, sua esposa." Sofia Costa. A garota dos meus sonhos. Minha esposa. Olhei para a aliança de ouro no meu dedo. "Casados?", sussurrei, sentindo o peso do mundo desabar sobre mim. "Sim. Um casamento que você transformou em um inferno com sua obsessão e ciúme doentio", ela respondeu, antes de me acusar de um "acidente de carro porque você estava bêbado, seguido de uma tentativa de suicídio no hospital." Um médico confirmou que minha mente voltou para os dezoito anos. Ele me entregou um espelho. O rosto que me encarava não era o de um jovem sonhador, mas o de um homem esgotado, com linhas de preocupação. O idealismo dos meus dezoito anos se chocou violentamente com a realidade degradante dos meus vinte e sete. Eu me tornei um "cachorrinho", um "lambe-botas", um homem tão patético que Sofia me tratava como lixo. Mas o garoto lá dentro, aquele Pedro que nunca se humilharia, estava de volta. E com uma determinação fria e dura. "Doutor", eu disse, minha voz firme pela primeira vez. "Eu quero o divórcio."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10