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O Meu Demónio Bonito e a Memória Perdida

Capítulo 1 

Palavras: 720    |    Lançado em: 03/07/2025

do do Porto foi a primeira coisa que vi. A minh

é a minha melhor amiga, Sofia. Os seus rostos estavam tensos

ente, do carro a derrapar na estrada molha

a falar de um t

le era o me

ora. Ele quer ver-te." A minha

ra ela,

é o Be

do. Sofia olhou para os meus

ncadeira. É o Ben. O teu

a minha memória. Nada. Um vazio com

embro de nen

era um mecanismo de defesa, uma forma de lidar com

de fora. Ele tinha cabelo escuro e olhos que pareciam irritados, não

peravam que eu sentisse, senti um estranho alívio. Era como se um pe

a. Eles cochichavam entre si, convencidos de que eu estava a rep

des chorar, se quiseres." A minha mã

ia chorar. Eu s

ha cama, a sua expressão era um

uecê-lo completamente? O teu cérebro está

da tigela ao meu

ele é. É como se ele nunca t

ra óbvia. Ela achava que eu estava a mentir, a cria

enjamin apareceu, empurrado pelos seus pais, o Sr. e a Sra. Hill. Eu conhecia-os bem,

calorosamente para eles. A minh

braçou-me, os seus olhos cheios de lágrimas. "Aqu

cenou com a cabeça,

e. Ele segurava um grande ramo de camélias b

disse, a voz monótona, s

. Pólen. Lembrei-me subitamente que era alérgica ao pólen de camélia

riamente

reciso

, a sua boca abri

as tuas flor

firme. "E não precisas de pedir desculpa. Pe

pais olharam para ele com desaprovação, e os m

i-o pelo espelho retrovisor, parado no mesmo lugar, o ramo de flores pend

pela nossa separação, apenas a fr

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O Meu Demónio Bonito e a Memória Perdida
O Meu Demónio Bonito e a Memória Perdida
“Acordei no hospital, cercada pela minha família preocupada, mas uma estranha sensação de alívio preencheu o vazio na minha mente. O meu corpo lembrava-se do acidente, da chuva forte, do carro a derrapar, mas havia um nome que todos repetiam que não fazia sentido: Benjamin. Diziam que ele era o meu namorado de infância, o meu futuro. No entanto, quando ele apareceu, com a voz monótona e sem remorso, oferecendo-me flores às quais eu era alérgica, percebi que não me lembrava dele, e que ele nunca me tinha conhecido de verdade. Porque é que todos insistiam que eu estava a negar uma dor imensa, quando tudo o que eu sentia era paz? Como podia o meu cérebro apagar uma pessoa tão presente na minha vida, enquanto me lembrava de todos os outros detalhes? E que segredos estavam por trás desta amnésia conveniente? Foi quando a minha melhor amiga, Sofia, sussurrou a verdade sombria: ele tinha-me abandonado à chuva após uma discussão. Naquele instante, uma nova vida se abriu, e eu sabia que era tempo de lutar para me reencontrar.”