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Renascimento em Seus Braços

Capítulo 2 

Palavras: 715    |    Lançado em: 03/07/2025

tão denso que podia se

ovia. Ningué

cessaram. O único som era o zumbid

João Carlos, ajoelhado, e em Maria

de noiva feliz se despedaçou, revelando a feiura por baixo. Se

cortando o silêncio. "João Carlos, levante-se daí

uvia. Seus olhos estava

lhava para João Carlos como se ele fosse um fantasma. Seus lábios se abriram, mas nenhum som saiu. Era uma mi

so para trás,

a gaguejou, a voz tão baix

, aquilo só podia ser uma brincadeira cruel, uma humilhação pública. João Carlos nunca havia olhad

Era um pesadelo. Ou um sonho do q

a. Ele sabia que precisava ser mais claro, mais fir

mão dela. Es

de uma convicção inabalável. "Eu não estou brincando. Eu não enlou

. Ele se virou para a multidão atônita, pa

O casamento com Ana Lúcia está cancelado. Eu, João Carlo

quebrou o feitiço. O sal

irou d

da Ana

Maria Clara?

inicial, marchou até eles. Seu

ando arrancar a mão de Maria Clara da dele. "Você vai se c

de João Carlos, tentando parecer conciliador, mas se

cê está estressado com o casamento, é normal", el

o, de toda a sociedade representada naquela sala. Na sua vi

não

u da mão de Pedro co

, ele disse, a voz

ele a olhou não como o amor de sua infância, m

um ditado que diz que cavalo dado não se olha os dentes. Mas eu nã

dela fic

ou, cada palavra um prego no caixão do passado deles. "Minha es

olhava com olhos arregalados. Ele sorriu para ela, um

ita, Mari

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Renascimento em Seus Braços
Renascimento em Seus Braços
“Aos oitenta anos, no leito de um hospital estéril, João Carlos sentia o peso de uma vida inteira de arrependimentos. Uma vida ao lado de Ana Lúcia, a mulher que ele não amava, e que nunca o amou, enquanto o desprezo dela o corroía. Ele casou-se com ela por desespero, depois que sua verdadeira noiva, a própria Ana Lúcia, o abandonou no altar com seu irmão, Pedro, em uma humilhação pública que ecoou por décadas. A dor daquela traição e a farsa de sua "salvação" pelo casamento com Maria Clara, a irmã mais nova e silenciosa de Ana Lúcia, o assombravam. Maria Clara, sua esposa por cinquenta anos, sempre esteve lá, com seu amor silencioso e devoção inabalável, a paz que ele nunca soube valorizar, cego pela amargura. Em seu leito de morte, com Maria Clara ao seu lado, ele se deu conta do quão tolo fora, percebendo que ela era o amor que sempre buscou. "Se eu pudesse voltar... Eu escolheria você, Maria Clara." A escuridão o engoliu. Então, um barulho ensurdecedor. Abri os olhos e me vi em um quarto ricamente decorado. Eu tinha vinte e cinco anos novamente, e Pedro, meu irmão, estava na minha porta. "A noiva está esperando. Você não vai querer deixar Ana Lúcia esperando no altar, vai?" Eu estava de volta. No dia do meu casamento. O dia que definiu minha miséria e também minha salvação. Uma segunda chance me foi dada. Ana Lúcia estava linda em seu vestido, esperando por Pedro. E Maria Clara, no canto, escondida, chorando por mim. Não. Desta vez, não. "Este casamento está cancelado!" , declarei para toda a sala, chocada. Ignorei Ana Lúcia, ignorei todos. Fui direto até Maria Clara. Ajoelhei-me diante dela, no meio do salão, diante de todos. "Maria Clara, eu sei que isso é repentino" , disse, minha voz ressoando no silêncio mortal. "Eu não quero me casar com ela. Eu quero me casar com você."”
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