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O Consolo Que Virou Rainha

Capítulo 2 

Palavras: 744    |    Lançado em: 03/07/2025

galados de espanto. "O quê? Liza, e

ca me amou. Acabei de o ouvir a dizer isso mesmo. A minha vida aqui acabou

em que ele tem um temperamento terrível, que a sua cara está cheia de cicatrizes. Ele

ior do que isso não podia ser. Pelo menos com Darryl, eu saberia de

abia que possuía. "O Hugo destruiu isso. Agora, quero estabilidade. Um novo começo,

minha amiga. A culpa e

gumas poupanças. Podes usar o dinheiro para começar uma nova vid

a carteira e entreguei-lh

de Fiona. "Liza, eu não posso acei

troca. Tu dás-me uma saída, eu dou-

ça. "Obrigada. Nunca m

a sua nova vida. Enquanto o comboio partia, senti uma pontada de melancolia, mas também uma estranha sensação de libertaç

pesquisar sobre a família Gordon do Douro. O casamento seria em poucos dias. A família de Fiona, furiosa com o s

, a noiva. Não, não preciso de um vestido de sonho. O

a a noiva substituta, e ele, o noivo

número de telemóvel dele. Bloqueei-o em todas as redes sociais. Rasguei

inar, o meu telemóvel toco

ipar num leilão de arte de caridade esta noite. Ele está determinado a comprar um

capou-me. Ele ouve-m

a, queria ver. Queria ver com os meus pró

. Eu vou"

enções, elegante no seu fato caro. Ao lado dele, Juliette, deslumbrante num

a estar juntos? Parecem perfeitos." "Ouvi dizer

do. A licitação começou alta e subiu rapidamente. Hugo não hesitou. Com um a

u. "Vendido ao

um beijo longo e apaixonado, para toda

emunha silenciosa da minha própria humilhaçã

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O Consolo Que Virou Rainha
O Consolo Que Virou Rainha
“A noite em Lisboa era fria, mas o verdadeiro arrepio veio de uma voz sussurrada ao meu lado. "Juliette..." O nome, proferido pelo meu namorado Hugo, saiu com uma saudade que nunca me dedicara. Deitada, imóvel, o meu coração parou de bater. A nossa relação, tão invejada por todos, desmoronou-se. Na sala, a luz do telemóvel dele chamava-me. Uma curiosidade terrível apoderou-se de mim. A galeria estava cheia de dezenas de fotos de Juliette Lawrence, a sua ex-namorada. Ele tinha-as guardado todo este tempo. O meu corpo arrefeceu. Todos os "amo-te", todas as viagens, pareceram uma farsa podre. O telemóvel vibrou, era Ricardo. instinctively atendi. "Hugo? Vais mesmo gastar essa fortuna no quadro da Juliette?" Ouvi a voz sonolenta do Hugo: "Sim, vou comprar. É a única forma de a ter de volta. Nunca amei a Liza, sabes disso. Ela é só... um consolo. Um porto seguro enquanto espero pela Juliette." Um consolo. Um arranjo. A minha vida, o meu amor, reduzidos a isso. Ele nem sequer olhou na minha direção quando saí pela porta, após a sua Juliette ligar. Humilhada, partida, sem saber para onde ir. Até que Fiona, a minha melhor amiga, veio com um pedido desesperado. "Preciso de fugir do meu casamento arranjado com Darryl Gordon." E foi aí que a ideia louca se formou na minha mente, uma única hipótese de recomeço. Uma saída, custasse o que custasse. "Eu caso com ele."”
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