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O Consolo Que Virou Rainha

Capítulo 3 

Palavras: 567    |    Lançado em: 03/07/2025

tir-se mais, sentiu-se como se tivesse sido esmagado. O ar à minha volta tornou-se p

mesmo ali, não consegui escapar. Hugo e Juliette vieram para o mesmo terraço momentos depois, procurando

tinhas esquecido", disse Juliett

ndeu Hugo, a sua voz rouca de emoção. "Ma

foi diferente do que vi lá dentro. Era desesperado, quas

ios dele. Uma lágrima solitária escorreu-lhe pelo

s um do outro. Uma e outra vez. Cada toque, cada suspiro, er

deram e caí no chão, a minha cabeça a bater com força no va

sso?", pergu

o, mas não me viu. "Não fo

e mãos dadas, deixando-

a minha visão estava turva. Tropecei nos meus próprios pés e rolei escada abaixo. A

enfermeira estava a verif

ma entorse feia e alguns arran

el e ligar ao Hugo. Precisava de lhe dizer. Preci

eu ao seg

meteste? Esto

ava distante

al. Caí das esca

te ao fundo. "Hugo, querido, estou co

o, a sua voz apressada. "Olha, Liza, a Juliette não está a sentir-se

desl

, incrédula. Ele nem sequer per

u. "A sua família

minha voz vazia. "E

número no topo da s

sem alegria. O topo

disse eu. "Vou tra

e restava, recusei a cadeira de rodas que me oferecer

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O Consolo Que Virou Rainha
O Consolo Que Virou Rainha
“A noite em Lisboa era fria, mas o verdadeiro arrepio veio de uma voz sussurrada ao meu lado. "Juliette..." O nome, proferido pelo meu namorado Hugo, saiu com uma saudade que nunca me dedicara. Deitada, imóvel, o meu coração parou de bater. A nossa relação, tão invejada por todos, desmoronou-se. Na sala, a luz do telemóvel dele chamava-me. Uma curiosidade terrível apoderou-se de mim. A galeria estava cheia de dezenas de fotos de Juliette Lawrence, a sua ex-namorada. Ele tinha-as guardado todo este tempo. O meu corpo arrefeceu. Todos os "amo-te", todas as viagens, pareceram uma farsa podre. O telemóvel vibrou, era Ricardo. instinctively atendi. "Hugo? Vais mesmo gastar essa fortuna no quadro da Juliette?" Ouvi a voz sonolenta do Hugo: "Sim, vou comprar. É a única forma de a ter de volta. Nunca amei a Liza, sabes disso. Ela é só... um consolo. Um porto seguro enquanto espero pela Juliette." Um consolo. Um arranjo. A minha vida, o meu amor, reduzidos a isso. Ele nem sequer olhou na minha direção quando saí pela porta, após a sua Juliette ligar. Humilhada, partida, sem saber para onde ir. Até que Fiona, a minha melhor amiga, veio com um pedido desesperado. "Preciso de fugir do meu casamento arranjado com Darryl Gordon." E foi aí que a ideia louca se formou na minha mente, uma única hipótese de recomeço. Uma saída, custasse o que custasse. "Eu caso com ele."”
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