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Assinando o Fim do Amor

Capítulo 1 

Palavras: 733    |    Lançado em: 03/07/2025

o estava

do divórcio com as duas mãos, o

u um buraco em seu peito que nada parecia preenche

artamento que alugara em sua cidade

ra lágrimas, apenas uma

rique, o famoso jogador d

não sab

, a casa que dividia com ele, Ana Be

sempre, cheirando a grama de cam

hão e se largou no so

o aguento ma

as se aproximou com uma

. São os papéis da renovação do

a pasta no

á pegando o celular para

eu a

o dedo, o coração batendo um pouco

ing e contratos de imagem, e

era simples, ela não queria na

nos locais indicados sem ler uma única linha,

, empurrando a past

os papéis, sua mão

ha cons

ra, ela foi até a escola ond

etor, um homem gentil

ns, eu vim pe

lhou, s

uê? Você é uma das noss

dança. Vou voltar par

mais nada

sua mesa, deixando para trás os desen

corte

a, ela organizou um

mum, a maioria deles jogadores de futebol e suas esposa

estav

ha, preparando pratos que ela

completa, moqueca capixaba, todos

seu famoso bolo de

arissa, sua ex-nam

estranho, er

na, um sorriso que nã

O Pedro me disse que você esta

riam e bebiam, todos elogia

sobre sua mãe, sobre com

Pedro provou o bolo de

de goiabada. Por que você não fez aquele

u sobre a mesa

lharam

orriu, um so

de. Eu e

ês se

tava instalada em

isa suave eram seus co

entardecer, sentindo a arei

lado da rua, perto de um carro de luxo

m o time, não hav

ozinho, olha

soprou, bagunça

iu claramente as lágrimas escorrendo pelo

a perdido,

na, era ta

-

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Assinando o Fim do Amor
Assinando o Fim do Amor
“Minha mãe havia falecido há um mês, e o luto abriu um buraco no meu peito. Pedro, meu marido, o famoso jogador de futebol, estava mais preocupado em atender Larissa, sua ex-namorada, do que em me dar apoio. "Eu sinto muito. Mas o que você quer que eu faça? Pega um táxi. Me mantém informado", ele disse, desligando o telefone na minha cara, enquanto minha mãe agonizava no hospital. Naquela noite, a ficha caiu: eu estava completamente sozinha. De volta do funeral, Pedro jogava videogame no sofá, mal me olhando, enquanto eu voltava com as cinzas da minha mãe. Ele não notou minha dor, só se importou em me avisar que a Larissa tinha trazido um bolo – sempre ela. A humilhação atingiu o ápice quando Pedro decidiu cozinhar, pela primeira vez em cinco anos de casamento. Não para mim, mas para Larissa, que viera jantar porque seu cachorrinho estava doente. Meu marido jogava sal na minha ferida aberta, no meu luto. Eu só queria acabar com tudo, mas sabia que Pedro jamais assinaria o divórcio se soubesse o que era. Ele era orgulhoso demais para admitir o fracasso. Mas eu tinha um plano. Misturei os papéis do divórcio aos contratos de patrocínio que ele nunca lia, e o observei assinar, com sua letra grande e arrogante, enquanto falava com Larissa ao telefone, sorrindo. Ele estava tão cego pela outra que nem percebeu que, naquele instante, assinou o fim do nosso casamento. Ainda não havia notificação oficial. E a dor me corroía por dentro, a raiva me consumia. Como pude ser tão invisível para o homem que jurei amar? Eu não queria vingança, queria justiça, e acima de tudo, minha liberdade. E então, minha jornada de libertação começou, silenciosa, mas implacável, onde cada gesto, cada palavra, seria um passo para a minha verdadeira independência.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10