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Assinando o Fim do Amor

Capítulo 2 

Palavras: 641    |    Lançado em: 03/07/2025

Beatriz foi o ponto

spital no meio da noite, da voz

a sozinha

utra cidade para

tremendo tanto que mal con

la piorou. Preciso ir

ha, ela ouviu um sus

. É a final. Eu não p

a min

que você quer que eu faça? Pega

desl

eio da sala escura, o

deu que estava completamen

ral, dias depois, a c

no sofá, joga

a entrou, carregando uma pequena

ele perguntou, os o

", ela responde

mais cedo, ela queria te dar os

ou para a

bancada, um bolo comprado

Sempre

e, algo inéd

ecidiu

da porta da coz

o, ele nunca havia prepar

molho branco, com muito queij

chorrinho dela está doente. Pensei em animá-la um pouco"

o diss

rou e foi pa

a aberta, e Pedro, seu mari

ejou como conseguir a assinatu

nunca assinaria se

tir o fracasso do casamento, mesmo

nte dele enviou uma pilha de n

e cláusulas e jargões legais que

as duas folhas do div

. Precisa assinar hoje", ela disse,

ndo de algo que Larissa di

vou. Deixa

efone e se sentou,

apidamente, assinando o

papéis do divórc

e e arrogante, preenc

ando ele chegou e

do perf

ficava na roupa depoi

na na pele, no cabelo,

o e a abraçou por t

á tão qui

e enr

ra doce e floral, um p

traição, da negl

tou dele s

ansada.

costas para ele, e fecho

dela no travesseiro dele, e soube que sua decisão

-

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Assinando o Fim do Amor
Assinando o Fim do Amor
“Minha mãe havia falecido há um mês, e o luto abriu um buraco no meu peito. Pedro, meu marido, o famoso jogador de futebol, estava mais preocupado em atender Larissa, sua ex-namorada, do que em me dar apoio. "Eu sinto muito. Mas o que você quer que eu faça? Pega um táxi. Me mantém informado", ele disse, desligando o telefone na minha cara, enquanto minha mãe agonizava no hospital. Naquela noite, a ficha caiu: eu estava completamente sozinha. De volta do funeral, Pedro jogava videogame no sofá, mal me olhando, enquanto eu voltava com as cinzas da minha mãe. Ele não notou minha dor, só se importou em me avisar que a Larissa tinha trazido um bolo – sempre ela. A humilhação atingiu o ápice quando Pedro decidiu cozinhar, pela primeira vez em cinco anos de casamento. Não para mim, mas para Larissa, que viera jantar porque seu cachorrinho estava doente. Meu marido jogava sal na minha ferida aberta, no meu luto. Eu só queria acabar com tudo, mas sabia que Pedro jamais assinaria o divórcio se soubesse o que era. Ele era orgulhoso demais para admitir o fracasso. Mas eu tinha um plano. Misturei os papéis do divórcio aos contratos de patrocínio que ele nunca lia, e o observei assinar, com sua letra grande e arrogante, enquanto falava com Larissa ao telefone, sorrindo. Ele estava tão cego pela outra que nem percebeu que, naquele instante, assinou o fim do nosso casamento. Ainda não havia notificação oficial. E a dor me corroía por dentro, a raiva me consumia. Como pude ser tão invisível para o homem que jurei amar? Eu não queria vingança, queria justiça, e acima de tudo, minha liberdade. E então, minha jornada de libertação começou, silenciosa, mas implacável, onde cada gesto, cada palavra, seria um passo para a minha verdadeira independência.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10