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O Labirinto de Elias

Capítulo 1 

Palavras: 685    |    Lançado em: 03/07/2025

e havia chegado, não como o amanhecer, mas como uma

diferente, não mais o odor de terra úmida e sangue coagulado do labirinto, mas um aroma limpo,

o corpo inteiro protest

ilhava com uma luz interna fraca. Não havia janelas, nem portas visí

tava s

foi logo substituído por uma onda de náusea. As imag

biri

eu próprio companheiro. O som úmido de uma pedra esmagando o crânio de uma mulh

ade. Ele se lembrou de ter usado seu conhecimento de padrões arquitetônicos antigos para encontrar a saída, evitando o confronto d

show, D

olhar assustado. Um guia local, Miguel. Ele também sobreviveu? E a jovem estudante,

foram interromp

nção de ninar cantada por uma voz desafinada e distante. Era uma melod

o d'água, boneca de pa

fria, se

e metálico soou por todo o ambiente, c

obreviventes da

alquer inflexão humana. Era a mesm

odada começar

mbaleando. Seu olhar

é este lugar?" ele

e sua própria

serão explicadas quando todo

ontinuou, ignora

l. A recusa em participar resu

lavra significava naquele jogo. Signi

veias. Ele, um renomado arqueólogo que dedicou a vida a decifrar

baixo e viu um número brilhando em sua pele com uma luz azulad

e. Um número

se por trás disso, quem quer que fosse o mestre desse jogo doentio, e

ra o teto escuro. "Seja lá quem você

uela centelha de desafio para não ser consumido pelo desespero que o rondava. A canção de ninar sinis

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O Labirinto de Elias
O Labirinto de Elias
“A escuridão se tornou uma rotina para o Dr. Elias, um arqueólogo renomado, forçado a um jogo de sobrevivência brutal onde apenas os mais impiedosos resistiam à carnificina do labirinto. Mas a falsa liberdade chegou com um novo pesadelo: um templo flutuante e a aterrorizante descoberta de que ele e os outros sobreviventes haviam sido numerados, meros cobaias para uma entidade sedenta. Testemunhando o horror de companheiros sendo absorvidos por uma criatura grotesca por não terem a "oferenda" certa, Elias sentiu o veneno da impotência queimar em suas veias, um rato em um experimento sádico. Ele se perguntou: como pôde um homem de ciência, tão versado nos segredos do passado, ser reduzido a isso? Que monstro sádico estava por trás desse jogo doentio, transformando a humanidade em farrapos? Mas a canção de ninar sinistra, que ecoava como um lembrete constante de seu tormento, também se tornou uma chave. Elias, o arqueólogo, se recusou a ser apenas uma vítima; ele desvendará os segredos mais sombrios desse inferno, não apenas para sobreviver, mas para derrubar o mestre do jogo.”