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O Labirinto de Elias

Capítulo 2 

Palavras: 719    |    Lançado em: 03/07/2025

no salão intensificou-se por um segundo e, quando

instantânea e

o ou pagode, uma estrutura flutuante de vários andares feita de madeira escura e pedra cinza. Abaixo dele, a uma distância vertig

astecas decorando vigas que pareciam ter saído de um templo j

ar completamente o novo ambie

que parecia um executivo, materializou-se no meio de um grito e aterrissou de cara no chão de madeira. Uma mulher com roupas de ginástica caiu de bun

oas, todas em vários est

pessoas parecia drogada, agindo por puro instinto de sobrevivência, com os olhos vidrados. Aqui, não.

scientes podiam planejar, podiam formar alianças,

lia

amiliar o

va pálido e havia um corte em sua testa, mas seus olhos, apesar do me

" ela perguntou

ondeu, sentindo um alívio g

ivi. Por

ocal tinha um rasgo na manga da camisa e um olhar cansado,

er uma cara conheci

Elias respondeu. "Jun

nstintivamente, um oásis de familia

ando com o queixo para o pulso. O número '013' b

seu '007' . "Acho que o jogo acabou de fica

ifica? A ordem?" Miguel p

a completamente aleatório, só para nos deixar paranoicos," Elias p

s por escadas externas de madeira. O andar em que estavam parecia ser um pátio principal. Acima e abaixo, ele podia ver out

para observação, ou tal

o som r

risa fria que subia do lag

céu, espelh

os lugares e de lugar nenhum ao mesmo tempo. Era uma me

res" também ouviram. O mu

fio havia sido um teste de sobrevivência individual e brutal. Este, eles sentiam,

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O Labirinto de Elias
O Labirinto de Elias
“A escuridão se tornou uma rotina para o Dr. Elias, um arqueólogo renomado, forçado a um jogo de sobrevivência brutal onde apenas os mais impiedosos resistiam à carnificina do labirinto. Mas a falsa liberdade chegou com um novo pesadelo: um templo flutuante e a aterrorizante descoberta de que ele e os outros sobreviventes haviam sido numerados, meros cobaias para uma entidade sedenta. Testemunhando o horror de companheiros sendo absorvidos por uma criatura grotesca por não terem a "oferenda" certa, Elias sentiu o veneno da impotência queimar em suas veias, um rato em um experimento sádico. Ele se perguntou: como pôde um homem de ciência, tão versado nos segredos do passado, ser reduzido a isso? Que monstro sádico estava por trás desse jogo doentio, transformando a humanidade em farrapos? Mas a canção de ninar sinistra, que ecoava como um lembrete constante de seu tormento, também se tornou uma chave. Elias, o arqueólogo, se recusou a ser apenas uma vítima; ele desvendará os segredos mais sombrios desse inferno, não apenas para sobreviver, mas para derrubar o mestre do jogo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 15