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O Labirinto de Elias

Capítulo 3 

Palavras: 634    |    Lançado em: 03/07/2025

ssurrou, o rosto tenso. "

se viraram pa

pergun

ricanas. As mais sombrias. Elas não eram para fazer as crianças dormirem, eram para a

. "Estamos lidando com deuses agora?

ectando os pontos. "A arquitetura aqui tem elementos astecas. A ca

ue ouviram. "Isso soa como se algo estivesse

de relevos intrincados. Ele passou os dedos sobre um deles. As imagens eram grotescas. Mostravam uma criatura sendo esq

ias disse, o nome sa

pergunt

duas, transformando uma metade no céu e a outra na terra. Ela chorava e gritava, e só se acalmava com o sacrifício de sangue humano," Elias explicou, sua voz carregada com o

rreu Clara. "Vo

undos, um novo grito, um novo baque surdo de um corpo caindo no chão de madeira. O pátio, que antes parec

ca retornou, mais alt

nda rodada: O Templ

re a multidão. Todos os olh

a dor ecoa neste lugar. A cada ciclo, ela exig

uma pausa

velhos, qualquer coisa que possa simbolicamente substituir a pele que lh

sua oferenda. Se você não tiver uma p

multidão. Gritos,

ucura!" al

ainda est

adeira, algo começou a emergir. A madeira rangeu e se parti

grotesca. Era alta, magra, e se movia com uma fluidez perturbadora. E tinha apenas um braço. O outro lado de seu tronco era uma massa disf

ncia escura no chão. A canção de ninar parou. O silêncio

havia c

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O Labirinto de Elias
O Labirinto de Elias
“A escuridão se tornou uma rotina para o Dr. Elias, um arqueólogo renomado, forçado a um jogo de sobrevivência brutal onde apenas os mais impiedosos resistiam à carnificina do labirinto. Mas a falsa liberdade chegou com um novo pesadelo: um templo flutuante e a aterrorizante descoberta de que ele e os outros sobreviventes haviam sido numerados, meros cobaias para uma entidade sedenta. Testemunhando o horror de companheiros sendo absorvidos por uma criatura grotesca por não terem a "oferenda" certa, Elias sentiu o veneno da impotência queimar em suas veias, um rato em um experimento sádico. Ele se perguntou: como pôde um homem de ciência, tão versado nos segredos do passado, ser reduzido a isso? Que monstro sádico estava por trás desse jogo doentio, transformando a humanidade em farrapos? Mas a canção de ninar sinistra, que ecoava como um lembrete constante de seu tormento, também se tornou uma chave. Elias, o arqueólogo, se recusou a ser apenas uma vítima; ele desvendará os segredos mais sombrios desse inferno, não apenas para sobreviver, mas para derrubar o mestre do jogo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 15