icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

A Maldição da Imortalidade

Capítulo 2 

Palavras: 806    |    Lançado em: 03/07/2025

imou. Por um instante, sua voz suavizou um pouc

la, e

ue estava observando tudo da porta

tornozelo dó

correu para o seu lado, agachando-se para examinar seu tornoz

me ver. Deveríamo

de vidro, e a levou para dentro de casa, me deixando so

ue essa preocupação

e limpou o pequeno corte com um cuidado exagerado, colocou um curativo e ficou me observando por uma hora, c

oi que t

eira vez que morri.

completa e total indiferença. Minha capacidade de voltar da morte se tornou uma c

tornou uma ferramen

os. As noventa e nove mortes que sofri foram, em sua maioria, por causa dela. Afogada porque Luana queria ver o pôr do sol de um barc

a longa e

e Pedro ecoou da

a no sofá, com o pé apoiado em uma almofada,

", ele ordenou, sem me

uscitava, eu tinha que pedir desculpas. Desculpas po

u rosto uma máscara

a. Eu não farei

já tinha dito aquelas palavras tantas ve

te, eu chorava ou protestava, o que só o irritava mais.

instável. "Agora, volte e termine de

me virei

a de um soco no estômago. Uma lembrança que eu havia perdido em alguma das

grávida.

ti foi a coisa mais real da minha vida. Eu ia

sse a Pedro que não suportava a i

orme e agressivo que ele mantinha para segurança, no jard

u, rasgou minha pele. Uma das

asse o cachorro de volta. Ele apenas ficou para

a, Camila", ele disse, sua voz desprovida de q

mesmo, no grama

de lucidez, ele me viu chorando pela

nças, nós podemos ter outras. Você

bênção. Era minha maldição. E meu filho, meu bebê

azio dentro de mim, que eu pensei que não poderia

is um

de era a única coisa

Reclame seu bônus no App

Abrir
A Maldição da Imortalidade
A Maldição da Imortalidade
“Esta foi a minha nonagésima nona morte. Meu noivo, Pedro, me empurrou para a frente de um carro em alta velocidade, tudo para proteger Luana, minha melhor amiga. O carro me atingiu com um baque surdo, e eu senti a dor aguda antes da escuridão. Ao 'retornar' , Pedro me jogou sem cerimônia no porta-malas, enquanto seus amigos apostavam e riam sobre quanto tempo eu levaria para ressurgir. Eles me viam como um espetáculo, esquecendo que minhas ressurreições apagavam partes da minha memória e sentimentos. Quando Luana fingiu uma leve dor no tornozelo, Pedro a acolheu com uma ternura assustadora, a mesma que ele um dia dedicou a mim, antes que minha capacidade de renascer o transformasse em indiferença, e me fizesse um escudo descartável para agradá-la. Por que eu sou o brinquedo deles, a vítima de suas vaidades, sem que ninguém questione minha dor, minha humanidade? Desta vez, uma lembrança perdida me atingiu com a força de um soco: a gravidez, o Doberman de Pedro, o aborto forçado para que Luana "não se sentisse mal" . Eu entendi. Meu dom não era uma bênção, mas uma maldição. E eles, sem saber, estavam me ajudando a alcançar a centésima morte, a única que me libertaria de tudo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10