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A Indiferença do Meu Marido: Uma Traição Fatal

Capítulo 1 

Palavras: 752    |    Lançado em: 03/07/2025

o cheiro de desinfetan

o teto do hospital e

a ao lado, o rosto pálido como papel, ain

ne no corredor, a voz dele era baixa

por nada. A Eva está bem, só um arranhão no braço. O prob

o meu padrasto, a

na mesinha de cabecei

e carro, do som de metal

grávida de

ha barriga e

filho tão espera

no quarto, o ro

upada. Ela disse que a

, a minha voz era

ilho morre

o olhar, des

rrível. Mas não podemos mudar o qu

? Ele não

a Eva porque o cão d

de vezes da ambulância

va ocupado. Ele esta

disse eu, a decisão cla

do Pedro, a fachada de c

go? Depois de tudo o que passám

Pedro. Foi por tudo. Onde estavas

Eva estava em pânico! O que querias q

r o nosso filho. Isso nã

foram como um s

em acidentes todos os dias. A Eva é frági

va os fins de semana a f

r uma cirurgia que me roubo

çaram a queimar os meus olhos,

Eu não consigo m

m som amar

mas-me demais para me deixar. E

do quarto, batendo

tão alto como o som do

ma coisa. Eu não t

e agora estávamos as duas pre

bre outra. O amor que eu s

da, enquanto eu sangrava

meia-irmã dele era mais important

ha mãe tocou na me

padrasto

emendo de dor, e atende

rlo

o explodiu do altifalante, tã

a tentar destruir a nossa família? Divórcio? Ela e

os dela cheios de uma dor e resign

dela e falei, a minha voz

inha mãe. A decisão

da antes que ele

tou, mais pesa

mão e agarrou a minha.

la sussurrou, "o

tei a m

disse eu. "De uma

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A Indiferença do Meu Marido: Uma Traição Fatal
A Indiferença do Meu Marido: Uma Traição Fatal
“Quando abri os olhos no hospital, o cheiro a desinfetante misturou-se com a dor excruciante: eu, Lúcia, grávida de nove meses, tinha acabado de perder o nosso filho num acidente. Mas o meu marido, Pedro, estava ao telefone no corredor, a voz cheia de raiva contida, preocupado não comigo nem com o nosso bebé, mas sim com a sua meia-irmã Eva, cujo cão "ficou muito assustado". Ele entrou, disse-me que a mãe dele estava preocupada porque a Eva "não parava de chorar". Quando sussurrei que o nosso filho tinha morrido, ele desviou o olhar, irritado: "Não sejas dramática, Lúcia. Pessoas sofrem acidentes todos os dias. A Eva é frágil, ela precisa de apoio. Tu és mais forte." Eu estava deitada, com a barriga vazia, a perder o nosso filho, enquanto ele consolava a mulher que passava fins de semana a escalar montanhas, apenas porque o cão dela se assustou. Ainda a chorar o meu bebé, com o coração partido pela indiferença do meu marido, a realidade atingiu-me com força: para ele, o bem-estar do cão da sua meia-irmã era mais importante que a vida do nosso filho. A raiva gelada e a mais profunda deceção apoderaram-se de mim. E se não foi apenas um acidente? Que segredos nefastos escondia o homem que jurei amar? Eu queria o divórcio, mas a verdade... a verdade iria explodir, revelando que a sua traição era muito mais escura do que eu poderia imaginar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10