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Noiva Abandonada, Mulher Libertada

Capítulo 1 

Palavras: 685    |    Lançado em: 04/07/2025

festas esta

Todos os rostos importantes da cidade estavam ali, sorrind

e um carro, meu cabelo preso em um pentea

va como n

mo nos sonhos

sua voz ecoand

para amá-la e respeitá-la, na alegria e na tristeza,

cou em s

seg

seg

tornou pesado,

álido. Ele não olhava para mim. Ele o

miga desde a i

rente da minha família e da dele, Pedro se virou

longo,

urros se transformaram

te. O buquê de rosas brancas caiu da minha

uso, como se tivesse acabado de acordar de um transe

eu... eu m

a descu

nfundi co

Mas por baixo da dor, uma frieza estranha

eguei uma única rosa branca

ela com os olhos cheios de lágrimas fa

a. Minha voz saiu calma,

r me dito. Não precisava esperar o

rosto escondido em seu ombro, o

Foi um acidente, eu juro! Pedro e eu somos amigos

com triunfo por cima do ombro dele

a noiva, abraçou Sofia com força. Ele

o vê que ela está ma

sou. Ele a

Todos os anos de dedicação, de sempre ser a segunda opção, de engolir o fat

o olhava para mim com compaixão, mas com raiva.

cochichavam entre si, os rostos

va comigo. Ninguém

i o véu da minha cabeça. O t

Pedro. Não vou

igreja, descendo o mesmo corredor que eu tinha

abo

m, sua voz um sussurro

ense na reputação das nossa

or

vra selou

ara ele, um sorris

pensado nisso an

uei andando, deixando para trás o casamento d

e com tanto amor, agora, e

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Noiva Abandonada, Mulher Libertada
Noiva Abandonada, Mulher Libertada
“O salão de festas estava perfeito. Flores brancas e o cheiro doce. Meu vestido custou mais que um carro, meu cabelo estava impecável. Era o dia do meu casamento. "Pedro, você aceita Maria como sua legítima esposa...?" Pedro ficou em silêncio. Um, dois, vários segundos. Ele não olhava para mim, sua noiva. Olhava para Sofia, minha melhor amiga e madrinha de honra. Então, na frente de todos, ele se virou para Sofia e a beijou. Um beijo longo e profundo. Meu mundo desabou. O buquê caiu, espalhando pétalas. Pedro se afastou de Sofia, confuso, e disse: "Maria... eu... eu me confundi." "Eu te confundi com a Sofia." A humilhação era insuportável, mas uma frieza estranha me preencheu. Peguei uma rosa do chão e minha voz saiu assustadoramente calma: "Se você o queria tanto, poderia ter me dito. Não precisava esperar o dia do meu casamento para roubá-lo." Sofia fingiu chorar, mas seus olhos brilhavam com triunfo. Pedro a abraçou, defendendo-a. "Maria, já chega! Não vê que ela está mal? Não faça uma cena." Naquele instante, todo o meu amor por ele virou cinzas. Minha mãe me olhava com raiva, preocupada com a festa, o negócio. Os pais dele calculavam os prejuízos. Ninguém se importava comigo. Rasguei o véu da cabeça. "Você tem razão, Pedro. Não vou fazer uma cena." Eu não ia fazer uma cena, mas não seria mais a Maria submissa. Eu me virei e fui embora, deixando para trás o pesadelo público, mas levando comigo a certeza de que estava livre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 12