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Noiva Abandonada, Mulher Libertada

Capítulo 2 

Palavras: 574    |    Lançado em: 04/07/2025

fui par

onde minha mãe certamente estaria m

r uma suíte com o cartão de crédito que

sa. Mensagens e ligações de Pedro, da m

o joguei no canto do quarto. Ele c

em perfeita estava borrada pelas lágrimas silencio

água por um tempo que pareceu uma eternidade. A água lavava a m

branco e macio, o celular ainda to

os você es

e arrependimento.

não tem ideia da vergo

risada seca

ar vergonha? Is

xou centenas de convidados olhando para a

que você fez, Pedro. Mas a

vezes eu tenho que d

o." Minha voz era firme. "C

rminar comigo. No

surpreendeu. "Nosso noivado, nosso casamento, tudo, acabou. Exatamente às três e qua

ra dele e bloqu

ouvi batidas f

sei que você está aí! E

eou. Controle sempr

le desistisse. Mas as batidas se to

cartão-chave sendo inserido n

quarto, o rosto

e, como uma somb

lhos e inchados, uma expressão de pura preocupação no

la. "Nós estávamos tão preocupados. Por favor,

ó

vo. Como se eles fos

cheiro de álcool vindo d

de estupidez. Eu te amo. Eu te compro o que você quiser. Um ca

tou me

u minha mente. O mesmo homem, a mes

com toda a

me to

hocado com a

ria

s." Minha voz era um r

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Noiva Abandonada, Mulher Libertada
Noiva Abandonada, Mulher Libertada
“O salão de festas estava perfeito. Flores brancas e o cheiro doce. Meu vestido custou mais que um carro, meu cabelo estava impecável. Era o dia do meu casamento. "Pedro, você aceita Maria como sua legítima esposa...?" Pedro ficou em silêncio. Um, dois, vários segundos. Ele não olhava para mim, sua noiva. Olhava para Sofia, minha melhor amiga e madrinha de honra. Então, na frente de todos, ele se virou para Sofia e a beijou. Um beijo longo e profundo. Meu mundo desabou. O buquê caiu, espalhando pétalas. Pedro se afastou de Sofia, confuso, e disse: "Maria... eu... eu me confundi." "Eu te confundi com a Sofia." A humilhação era insuportável, mas uma frieza estranha me preencheu. Peguei uma rosa do chão e minha voz saiu assustadoramente calma: "Se você o queria tanto, poderia ter me dito. Não precisava esperar o dia do meu casamento para roubá-lo." Sofia fingiu chorar, mas seus olhos brilhavam com triunfo. Pedro a abraçou, defendendo-a. "Maria, já chega! Não vê que ela está mal? Não faça uma cena." Naquele instante, todo o meu amor por ele virou cinzas. Minha mãe me olhava com raiva, preocupada com a festa, o negócio. Os pais dele calculavam os prejuízos. Ninguém se importava comigo. Rasguei o véu da cabeça. "Você tem razão, Pedro. Não vou fazer uma cena." Eu não ia fazer uma cena, mas não seria mais a Maria submissa. Eu me virei e fui embora, deixando para trás o pesadelo público, mas levando comigo a certeza de que estava livre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 12