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Noiva Abandonada, Mulher Libertada

Capítulo 3 

Palavras: 586    |    Lançado em: 04/07/2025

ume doce de Sofia enchia o q

fusão, como se não entendesse por que suas ofe

roximar de novo,

nversar. Não pre

o brasa. Eu me encolhi, meu co

ia. "Sobre como você me humilhou publicamente? Ou sobre como você sempre m

, a mandíb

ão é ve

Por que você a beijou? Por que, de todas as pessoas no mund

ando entre nós. Ela usava uma expressão de mágoa, co

algo difer

ais usando o ves

ue eu usaria na recepção. Um modelo mais simples, feito sob m

aía perfe

angue

vestiu. Era do tamanho exato dela. O corte, a al

o eu e

o espontâneo. N

plan

na, saísse correndo e chorando, e então, Sofia, a madrinha de honra co

minha garganta, um

u sussurrei, incapaz

pequeno, quase imperceptí

içar um vestido tão bonito. E como você fugiu.

lmente parecendo entender a gravida

agora", ele ordenou, mas

uma calma mortal desceu sobre mim. A dor tinha ido embora. A

clara e firme. "Pode ficar com ele. F

chão, a única coisa que

caminho livre para

Meu ombro esbarrou no de Pedro. Ele

ar no tapete. Não viu

tropeçado de propósito um segundo depois de m

o! Meu to

o eu, a noiva de verdade, a mulher que ele deveri

atrás de mim com

andando, sem

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Noiva Abandonada, Mulher Libertada
Noiva Abandonada, Mulher Libertada
“O salão de festas estava perfeito. Flores brancas e o cheiro doce. Meu vestido custou mais que um carro, meu cabelo estava impecável. Era o dia do meu casamento. "Pedro, você aceita Maria como sua legítima esposa...?" Pedro ficou em silêncio. Um, dois, vários segundos. Ele não olhava para mim, sua noiva. Olhava para Sofia, minha melhor amiga e madrinha de honra. Então, na frente de todos, ele se virou para Sofia e a beijou. Um beijo longo e profundo. Meu mundo desabou. O buquê caiu, espalhando pétalas. Pedro se afastou de Sofia, confuso, e disse: "Maria... eu... eu me confundi." "Eu te confundi com a Sofia." A humilhação era insuportável, mas uma frieza estranha me preencheu. Peguei uma rosa do chão e minha voz saiu assustadoramente calma: "Se você o queria tanto, poderia ter me dito. Não precisava esperar o dia do meu casamento para roubá-lo." Sofia fingiu chorar, mas seus olhos brilhavam com triunfo. Pedro a abraçou, defendendo-a. "Maria, já chega! Não vê que ela está mal? Não faça uma cena." Naquele instante, todo o meu amor por ele virou cinzas. Minha mãe me olhava com raiva, preocupada com a festa, o negócio. Os pais dele calculavam os prejuízos. Ninguém se importava comigo. Rasguei o véu da cabeça. "Você tem razão, Pedro. Não vou fazer uma cena." Eu não ia fazer uma cena, mas não seria mais a Maria submissa. Eu me virei e fui embora, deixando para trás o pesadelo público, mas levando comigo a certeza de que estava livre.”
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