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Noiva Abandonada, Mulher Libertada

Capítulo 4 

Palavras: 626    |    Lançado em: 04/07/2025

s foram um borrã

mo fogo. Todos na cidade estavam falando sobre

ica que não sabia per

agou o maior evento social do a

ra a

o de coração partido, abandonado no altar. Ela, a amiga lea

amílias mais poderosas da cidade garantiram

ento, o único lugar que era verdadeir

do não me

apareceu debaixo da minha por

rindo em um re

de mãos dada

anda da casa dele, a mesma varan

tiradas nos dias segui

a remorso. Havia apenas

se partiu em mais um milhão de pedaços. Cada foto era uma

inha certeza, estava por trás disso. Ela q

a funci

tarde, a cam

Pe

recia um homem sofrendo por amor perdido. Parecia um homem

sse, já entrando no meu apa

s, bloqueando o ca

emos tudo o que p

eu sinto

a dele, mas não tinham pe

edro? Por me trair? Por me hu

o cabelo. Um gesto que ele sempr

eu sei. O beijo fo

o dele. "Isso também foi um erro? Ou você

seu rosto empalidece

e mando

? Elas são re

enas olhou para as fo

. O noivo dela terminou com ela por causa d

tão ridícula

e jantares românticos? Pedro, por

rme que sempre funcionava. Ele tirou

te amei. Sofia é só uma amiga. O que aconteceu foi

Dentro, um colar de

a de comprar meu perdão,

nosso relacionamento de quase cinco

amou al

peça conveniente no jogo d

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Noiva Abandonada, Mulher Libertada
Noiva Abandonada, Mulher Libertada
“O salão de festas estava perfeito. Flores brancas e o cheiro doce. Meu vestido custou mais que um carro, meu cabelo estava impecável. Era o dia do meu casamento. "Pedro, você aceita Maria como sua legítima esposa...?" Pedro ficou em silêncio. Um, dois, vários segundos. Ele não olhava para mim, sua noiva. Olhava para Sofia, minha melhor amiga e madrinha de honra. Então, na frente de todos, ele se virou para Sofia e a beijou. Um beijo longo e profundo. Meu mundo desabou. O buquê caiu, espalhando pétalas. Pedro se afastou de Sofia, confuso, e disse: "Maria... eu... eu me confundi." "Eu te confundi com a Sofia." A humilhação era insuportável, mas uma frieza estranha me preencheu. Peguei uma rosa do chão e minha voz saiu assustadoramente calma: "Se você o queria tanto, poderia ter me dito. Não precisava esperar o dia do meu casamento para roubá-lo." Sofia fingiu chorar, mas seus olhos brilhavam com triunfo. Pedro a abraçou, defendendo-a. "Maria, já chega! Não vê que ela está mal? Não faça uma cena." Naquele instante, todo o meu amor por ele virou cinzas. Minha mãe me olhava com raiva, preocupada com a festa, o negócio. Os pais dele calculavam os prejuízos. Ninguém se importava comigo. Rasguei o véu da cabeça. "Você tem razão, Pedro. Não vou fazer uma cena." Eu não ia fazer uma cena, mas não seria mais a Maria submissa. Eu me virei e fui embora, deixando para trás o pesadelo público, mas levando comigo a certeza de que estava livre.”
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