icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Amor e Ódio: Um Casamento Destruído

Capítulo 1 

Palavras: 921    |    Lançado em: 04/07/2025

em parar, batendo n

ores murchas enchia o ar, um c

al do meu f

eso do pequeno caixão de madeira, m

a e mãe de Danie

davam um tapinha no ombro, diziam palavr

, seja

um lugar me

a cabeça, incapaz

estav

s naquela manhã. Nenhuma resposta.

mbém amiga de Ana, aproximou-s

tá encharcado.

baixa, cheia

fia. Ela não at

entido. Ela dev

se enchendo de lágrimas. Ela amava

a ir embora, deixando-me sozinho com mi

da canto da casa me lembrava de Daniel, seu ri

porta do banheiro estava

invadiu. Ela estava em

i o que ela e

de luto. Era lev

Foi um dia difícil, m

ca

de Ana, o "grande amor da vida dela" antes de mim.

da porta, meu

e eu choraria? Foi um al

alí

nversa. Daniel foi um acidente, Lucas. Um obstácul

Minhas mãos se f

cide

minha vida, era um

nica na Suíça foi muito profissional. Rápida, eficiente. Eles chamam de 'eutan

ina como papel. Cada palavra

aná

oi a

complicação

Ela planejou a mo

arede para não cair. A imagem de Daniel n

o hospital, pálido,

a casa? Eu quero te mostrar m

as agulhas, dos exames. Ele só queria volta

ueria

a nossa única esperança. Eu acreditei nela. Vendi meu carro, usei to

sse dinheiro

cortando o silêncio do

vres para ficarmos juntos, com

podia imaginá-la sor

porque ele desenvolveu aquela tecnologia boba. Mas nós sabemos a verdade, não é? A tecnologia agora é su

ho da minha vida, que eu esperava que um dia garantisse

untando por que eu não estava no funeral. Tão dramática. Ela é l

a risada fr

porta do ban

, seu rosto mudou instantaneamente. A alegria desaparece

Eu... eu não consegui ir. Foi demais para

imou, tentan

orpo dela me c

hos se estreitando, percebe

Pedro? Você

amei por anos. Mas agora, eu não via a minh

ntinuar vivendo na

ria respirar

conseguia pensar. A única coisa que eu sabia era que meu f

Reclame seu bônus no App

Abrir
Amor e Ódio: Um Casamento Destruído
Amor e Ódio: Um Casamento Destruído
“A chuva fria batia forte enquanto eu estava ali, no funeral do meu filho Daniel, sentindo o peso daquele caixãozinho de madeira. Mas o lugar ao meu lado estava vazio. Ana, minha esposa e mãe de Daniel, não estava lá. Liguei dezenas de vezes, mandei mensagens, mas nada. Até minha amiga Sofia, preocupada, me perguntou: "Onde está a Ana?" Voltei para casa e ouvi a voz dela vindo do banheiro, conversando no celular. Um alívio momentâneo me invadiu. Ela estava segura. Mas então, a voz dela: "Foi um alívio, para ser honesta. Ele nunca deveria ter existido, para começo de conversa. Daniel foi um acidente, Lucas." Lucas. O ex-namorado dela. O "grande amor da vida dela." Meu sangue gelou quando ela continuou: "A clínica na Suíça foi muito profissional. Rápida, eficiente. Eles chamam de 'eutanásia', soa tão pacífico, não é?" Eutanásia. Não foi a doença. Minha esposa planejou a morte do nosso filho. Eu, que vendi meu carro e usei todas as minhas economias para o tratamento, percebi que ela usou esse dinheiro para matá-lo. E, para piorar, ouvi: "A tecnologia agora é sua, meu amor. Com ela, você vai se tornar o homem mais bem-sucedido da cidade, e eu estarei ao seu lado." Ela roubou meu trabalho. O meu legado para Daniel. Quando a porta se abriu, ela tentou me abraçar, com uma falsa tristeza no olhar. "Pedro! Querido, eu estava te procurando! Eu... eu não consegui ir." Eu a afastei, sentindo nojo. Ela era um monstro disfarçado de mulher. Como poderia viver na mesma casa que ela? No dia seguinte, ela se livrou de todas as coisas de Daniel como se fossem lixo. "Você vai guardar esse lixo? Pedro, isso não é saudável", ela disse. Eu não respondi. Peguei as poucas coisas que ela esqueceu e as levei para o meu estúdio secreto. Nosso lugar. O santuário de Daniel. Ao voltar, encontrei Lucas, o amante da minha esposa, na minha sala. "Pedro, não seja rude", Ana disse, percebendo meu pânico silencioso. Eles estavam rindo, cozinhando, celebrando a morte do meu filho. "Ciúmes? Não, Ana. Eu não estou com ciúmes." Eu estava quebrado. E então comecei a gritar, as lágrimas escorrendo livremente. "Daniel se foi, Ana! Nosso filho morreu hoje! E você está aqui, rindo e cozinhando para o seu ex-namorado! O que há de errado com você?" Ela mandou eu sair da minha própria casa. "Se você não gosta do que vê, a porta está bem ali. Saia!" E, de repente, em meio a toda a dor e raiva, senti algo novo. Alívio. "Tudo bem. Eu saio. E eu quero o divórcio." Ela riu. "Você não é nada sem mim. Você não pode se divorciar de mim, Pedro. Eu vou garantir que você nunca mais trabalhará nesta cidade." Mas o que Ana e Lucas não sabiam era que minha tecnologia, roubada por eles, era apenas a versão antiga. A verdadeira inovação, o núcleo do sistema, estava segura. E eu acabara de transferir a patente para Daniel. A guerra estava apenas começando.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10