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Amor e Ódio: Um Casamento Destruído

Capítulo 2 

Palavras: 860    |    Lançado em: 04/07/2025

uou com su

i que você está sofrendo. Eu também e

a era uma mentira. Ela estava sofrendo? Ela o cham

do Daniel", eu disse, minha

egundo, uma expressão de impaciên

eu já cuid

q

Sei como seria doloroso para você. Então, enquanto

ração

uê? Você

elhor assim, Pedro. Para seguirmos em frent

stadora, como se estivesse faland

óis. Seu urso de pelúcia desgastado, que ele não dormia sem.

estígio dele. Como se el

nta rasgando minha garganta. "Quando..

A imagem dele sofr

um gesto casual que

enas dormiu. A médica disse que era a melhor

pela primeira vez. "Ele me disse que queria ir para casa

inalmente escorrer

ismo infantil", ela respondeu, sua voz fria como gelo. "V

ão havia mais nada

azio. Assustadoramente vazio. As paredes brancas, o chã

Ela jogou tudo fo

não sabi

as coisas que ela havia esquecido. Um desenho que estava preso na gelade

porta da sala, com

u pensei que tínhamos conco

om nada", respondi,

sse lixo? Pedro, is

i a caixa e caminhe

você

e inte

ed

ão p

as últimas memórias do meu filho no banco

m Ana sabia que eu ainda mantinha. Eu o aluguei anos atrás, antes de Daniel nas

de "meninos". Nós íamos lá nos fins de semana. Eu trabalhava nos meus projetos

ava tudo como deixamos da última vez. A pequena mesa e a cadeira de D

nis perto da porta. Prendi seu desenho na parede, ao lado dos meu

sse que ele ainda estava lá. Que ele poderia vol

memória do meu filho estava segu

as dele. Finalmente, exausto, decidi voltar para casa. Eu precisav

patos masculinos caros perto da porta.

ração

tar, rindo. E ao lado de

ndo me viu, um sorr

migo. Este é Lucas. Ele veio me dar apoio moral.

que eu podia sentir o g

va ocupado demais comemorando a mo

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Amor e Ódio: Um Casamento Destruído
Amor e Ódio: Um Casamento Destruído
“A chuva fria batia forte enquanto eu estava ali, no funeral do meu filho Daniel, sentindo o peso daquele caixãozinho de madeira. Mas o lugar ao meu lado estava vazio. Ana, minha esposa e mãe de Daniel, não estava lá. Liguei dezenas de vezes, mandei mensagens, mas nada. Até minha amiga Sofia, preocupada, me perguntou: "Onde está a Ana?" Voltei para casa e ouvi a voz dela vindo do banheiro, conversando no celular. Um alívio momentâneo me invadiu. Ela estava segura. Mas então, a voz dela: "Foi um alívio, para ser honesta. Ele nunca deveria ter existido, para começo de conversa. Daniel foi um acidente, Lucas." Lucas. O ex-namorado dela. O "grande amor da vida dela." Meu sangue gelou quando ela continuou: "A clínica na Suíça foi muito profissional. Rápida, eficiente. Eles chamam de 'eutanásia', soa tão pacífico, não é?" Eutanásia. Não foi a doença. Minha esposa planejou a morte do nosso filho. Eu, que vendi meu carro e usei todas as minhas economias para o tratamento, percebi que ela usou esse dinheiro para matá-lo. E, para piorar, ouvi: "A tecnologia agora é sua, meu amor. Com ela, você vai se tornar o homem mais bem-sucedido da cidade, e eu estarei ao seu lado." Ela roubou meu trabalho. O meu legado para Daniel. Quando a porta se abriu, ela tentou me abraçar, com uma falsa tristeza no olhar. "Pedro! Querido, eu estava te procurando! Eu... eu não consegui ir." Eu a afastei, sentindo nojo. Ela era um monstro disfarçado de mulher. Como poderia viver na mesma casa que ela? No dia seguinte, ela se livrou de todas as coisas de Daniel como se fossem lixo. "Você vai guardar esse lixo? Pedro, isso não é saudável", ela disse. Eu não respondi. Peguei as poucas coisas que ela esqueceu e as levei para o meu estúdio secreto. Nosso lugar. O santuário de Daniel. Ao voltar, encontrei Lucas, o amante da minha esposa, na minha sala. "Pedro, não seja rude", Ana disse, percebendo meu pânico silencioso. Eles estavam rindo, cozinhando, celebrando a morte do meu filho. "Ciúmes? Não, Ana. Eu não estou com ciúmes." Eu estava quebrado. E então comecei a gritar, as lágrimas escorrendo livremente. "Daniel se foi, Ana! Nosso filho morreu hoje! E você está aqui, rindo e cozinhando para o seu ex-namorado! O que há de errado com você?" Ela mandou eu sair da minha própria casa. "Se você não gosta do que vê, a porta está bem ali. Saia!" E, de repente, em meio a toda a dor e raiva, senti algo novo. Alívio. "Tudo bem. Eu saio. E eu quero o divórcio." Ela riu. "Você não é nada sem mim. Você não pode se divorciar de mim, Pedro. Eu vou garantir que você nunca mais trabalhará nesta cidade." Mas o que Ana e Lucas não sabiam era que minha tecnologia, roubada por eles, era apenas a versão antiga. A verdadeira inovação, o núcleo do sistema, estava segura. E eu acabara de transferir a patente para Daniel. A guerra estava apenas começando.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10