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Adeus, Velho Sofrimento

Capítulo 2 

Palavras: 650    |    Lançado em: 04/07/2025

pital foi um exercíc

imento, um vazio incômodo no ventre

lençóis, medindo sua pressão, oferecendo sorr

rte antiga dela, um reflexo condicion

não ap

prime

o seg

a, o sol da manhã entrava pela janela,

cada movimento um lem

ações, uma receita de analgésicos

á-la?", ele perguntou, co

trabalho," Maria responde

igna do que a verdade: ele a tinh

a chamou

cioso. A cidade passava pela

vam focados em uma ún

casa, o cheiro de comi

estava transborda

jogadas no sofá, no chã

o do caos que tinha

ado a limpar, a colocar ordem na bagunça del

ma das roupas, ignorou a pia

a lavar de si o cheiro do hospital,

oão finalmente

ou na cama, l

fazendo barulho, joga

o de fome. E a casa está uma bagunça, Ma

e uma irritação que a teri

antou os olhos do liv

o hospital, João. Eu

lembrar disso p

rosto, mas foi rapidamente substi

superficial

um dia terrível no hospital. Como você e

ira da cama, tentan

mão de volta

Só preciso

ou. Ele esperava lágri

ela era mais

a pizza, então," ele disse, se lev

Apenas voltou a ate

não esta

assagem de ônibus guarda

planejand

ndo alto, rindo de alguma pia

cada pela tragédia que tinha

rto foi apenas

foi o po

mir enquanto ele comia a pizz

tristeza. Não

a clareza

cada migalha que caía no chão da sala, era

sperando o momento

z, não hav

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Adeus, Velho Sofrimento
Adeus, Velho Sofrimento
“Quatro anos após a morte de João, fui ao cemitério, como fazia todo ano. Mas a lápide com o nome do meu marido simplesmente tinha sumido. Um coveiro, com um olhar de pena, revelou: "A família pediu pra mover. Ele tá enterrado com a outra lá." A outra. Ana, a enfermeira com quem ele teve um caso por trinta anos. Meu filho, Pedro, que eu pensava me apoiar, confirmou: "O pai amava a Ana. Ele disse na carta que se sentiu forçado a casar com você. Que o verdadeiro amor da vida dele era ela." Trinta anos de casamento, uma farsa. Eu era uma obrigação, não uma esposa. A dor foi tão avassaladora que perdi a consciência. Quando abri os olhos, a dor familiar no meu ventre e o quarto do hospital me disseram que eu estava vinte anos no passado. Era o dia do meu aborto espontâneo, o dia em que João me abandonou, sangrando e despedaçada, para consolar a amante. Desta vez, quando João veio com sua falsa preocupação, não houve lágrimas. Não haveria súplicas. Eu tinha uma segunda chance. Não para reconquistá-lo, mas para me libertar dele. Peguei o telefone, não para reclamar, mas para comprar uma passagem de ida para o Rio de Janeiro. Eu recusei o presente dele, rejeitei sua chantagem sobre o prêmio de "trabalhadora exemplar" para Ana, e encarei a verdade sobre a minha vida. João, para me destruir, usou minha maior vergonha, o segredo da minha infância brutalmente exposto. Mas ele não me quebrou. Levantei a cabeça, olhei para todos na sala e disse: "Eu me demito. E a partir deste momento, eu renuncio a qualquer laço, qualquer conexão, com João Alves. Para mim, ele não existe mais." Eu estava livre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10