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Adeus, Velho Sofrimento

Capítulo 3 

Palavras: 732    |    Lançado em: 04/07/2025

te, João tentou

fez café e apareceu no

egante, um pão com manteiga

mor. Eu trouxe

era mansa

na cama, o corpo

, para o sorriso forçado

huma surpresa. Apenas

no colo dela e abriu

gio de pulso feminino

difíceis. Eu queria te dar algo

pen

ar um filho perdido, um abandono n

do o presente com um sorriso tris

mo um símbolo da reconciliação deles,

lhou para o relógi

ão qu

simples, dire

uma con

em reação po

uer? É um bom reló

com o preço. Eu sim

a bandeja de

ceu, substituído por uma i

aixa do relógi

você não que

dando de um lado pa

za tinha acabado. Agora viria o v

ra coisa que eu queri

frente dela,

'trabalhadora exe

aí e

balhavam premiava um funcionário com um bô

a estava entre ela, uma administrad

mpecável, a vaga era

a?", ela pergunt

do dela perdeu o emprego, eles estão com dívidas.

ncarou, e

dedica tanto... Eu estava pensando, talvez... talve

, tão descaradamente ego

a exigindo que ela se sacrificass

to que eu mereço, de um dinheiro que eu ganhe

" pairou no ar, p

João fico

uma boa pessoa, ela está pas

abei de perder um filh

Isso foi um acidente da natureza! O

de uma conversa que ouviu na vida

focando no corr

re como João era

pagava as contas dela, financiava o estilo

amava. Ele

de Maria para comprar mais um favo

ngiu Maria com a

a esposa. Ela

que permitia que ele mantivesse seu verdad

a frente, um estranho cheio

, por ser

, por ter levado t

sta é nã

ela era

u ceder a

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Adeus, Velho Sofrimento
Adeus, Velho Sofrimento
“Quatro anos após a morte de João, fui ao cemitério, como fazia todo ano. Mas a lápide com o nome do meu marido simplesmente tinha sumido. Um coveiro, com um olhar de pena, revelou: "A família pediu pra mover. Ele tá enterrado com a outra lá." A outra. Ana, a enfermeira com quem ele teve um caso por trinta anos. Meu filho, Pedro, que eu pensava me apoiar, confirmou: "O pai amava a Ana. Ele disse na carta que se sentiu forçado a casar com você. Que o verdadeiro amor da vida dele era ela." Trinta anos de casamento, uma farsa. Eu era uma obrigação, não uma esposa. A dor foi tão avassaladora que perdi a consciência. Quando abri os olhos, a dor familiar no meu ventre e o quarto do hospital me disseram que eu estava vinte anos no passado. Era o dia do meu aborto espontâneo, o dia em que João me abandonou, sangrando e despedaçada, para consolar a amante. Desta vez, quando João veio com sua falsa preocupação, não houve lágrimas. Não haveria súplicas. Eu tinha uma segunda chance. Não para reconquistá-lo, mas para me libertar dele. Peguei o telefone, não para reclamar, mas para comprar uma passagem de ida para o Rio de Janeiro. Eu recusei o presente dele, rejeitei sua chantagem sobre o prêmio de "trabalhadora exemplar" para Ana, e encarei a verdade sobre a minha vida. João, para me destruir, usou minha maior vergonha, o segredo da minha infância brutalmente exposto. Mas ele não me quebrou. Levantei a cabeça, olhei para todos na sala e disse: "Eu me demito. E a partir deste momento, eu renuncio a qualquer laço, qualquer conexão, com João Alves. Para mim, ele não existe mais." Eu estava livre.”
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