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Traída e Grávida: Meu Novo Destino

Capítulo 4 

Palavras: 804    |    Lançado em: 04/07/2025

assava, no início, pensei que fosse o estresse com Ricardo, mas quando a s

os dois risquinhos cor-de-rosa apareceram quase

ava gr

m que me desprezava, a ironia era cruel, mas então, outra memó

fiduciário com uma cláusula clara: o primeiro neto a ter um herdeiro receberia o controle maj

a apenas uma catástrofe pessoal,

cisava ter certeza antes de tomar qualquer decisão, e foi lá, na sala de espe

orriso presunçoso no rosto e colocava a mão na barriga d

cruel demais para ser verdade, eles se sentaram bem

está saudável," ela disse, acariciando a barrig

deu, e então seus olhos encontraram os meus, a surpre

a mais quando me viu, ela se levantou e veio em minh

ma falsa simpatia, "Veio fazer um check-up? É bom s

ela estava insinuando qu

era dura, fria, "Não me diga que está tentando fingir um

r, como ele ousava? Como ele ousava me acusar de algo t

Laura, eles se levantaram para entrar, mas Ricardo parou e

que só eu pudesse ouvir, "Sofia, pr

depois que saíram do consultório

a tem um histórico de problemas de saúde, os médicos dizem que a

der aonde ele queria ch

fia," ele continuou, e sua voz ficou aind

eu minha espinha, e

boca com uma naturalidade assustadora, "Quando o bebê de Laura nascer, nós di

u fosse a barriga de aluguel emocional para o filho da amante dele?

ma coisa dessas?" m

so condescendente qu

ia do mundo, "E porque você não é nada sem mim, eu te dou um teto, uma

dor, ele era um monstro, um monstro que acreditava

e intenso que clareou minha mente, ele não teria meu filho

ele teria seria

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Traída e Grávida: Meu Novo Destino
Traída e Grávida: Meu Novo Destino
“No nosso aniversário de três anos, preparei o prato favorito do meu marido, Ricardo, vestindo o vestido do nosso primeiro encontro, esperando uma noite romântica. Mas ele chegou em casa, me ignorou completamente e, com o celular na mão, murmurou que estava cansado e já havia comido com clientes. Horas depois, deitada na cama, fingi dormir e ouvi Ricardo rir na varanda: "Ela não desconfia de nada, é ingênua demais. A mesma chatice de sempre, tentando ser romântica, é patético." Cada palavra era uma facada, revelando um desprezo que secou minhas lágrimas e acendeu uma fúria fria. Na manhã seguinte, com a mala pronta, anunciei: "Ricardo, acabou. Estou indo embora." Ele, irritado, disse: "Que drama é esse agora, Sofia? Por causa de ontem à noite?" A indiferença dele confirmou minha decisão, mas o destino, irônico, me fez vê-lo beijando Laura, sua colega, com uma paixão que ele jamais me demonstrou. A dor foi física, a humilhação sufocante, mas a forma como ele a defendeu e me tratou como lixo quebrou o último fio de amor, deixando apenas um vazio gelado e uma resolução clara. Eu não era mais a Sofia ingênua. Não haveria mais dor, apenas um plano implacável. Eu estava grávida, e aquele filho, que antes parecia uma maldição, agora era a chave para tomar o controle do meu destino e destruir o mundo do homem que me humilhou. Em meio ao meu caos, Lucas, um vizinho gentil e atencioso, apareceu, oferecendo um porto seguro. Porém, durante uma festa, Ricardo me humilhou publicamente, e Laura, em um ato de crueldade, me fez cair, me jogando contra uma mesa de vidro. A dor rasgou meu corpo, mas meu bebê estava seguro, e a fúria em mim se solidificou: Ricardo não teria nem meu filho, nem meu perdão. Eu iria lutar, e a guerra, agora, seria travada nos tribunais, para que ele pagasse por cada lágrima que me fez derramar.”