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Cicatrizes de Um Passado

Capítulo 2 

Palavras: 897    |    Lançado em: 04/07/2025

à mesa do café da manhã, exatamente como na minha memória. Marina, com um sorriso radiante, colocava uma fatia d

u, seu sorriso vaci

ero te apresentar a Luiza. Nós..

iunfo em seus olhos. Ela sabia

uma explicação. Joguei na cara de Marina tudo o que fiz por ela,

ri. Um sorriso calmo, qu

. Prazer em

. Elas esperavam um escândalo, uma briga

á... brava?", Marin

ssado", eu disse, me servindo de uma xícara de café. Minha

manipulação, se rec

, com a voz embargada. "Eu não tenho para onde

imas de crocodilo escorren

to você a ajudou. Eu sou

nçando-me um olhar de reprovação,

passando por um momento di

show, a mesma peça de teatro. Só que

om um tom monótono.

ltou um gritinho e a

Uma b

omo se estivesse se desequilibrando. Na vida passada, eu a segu

o chão de madeira. O

ocada, antes de começa

nozelo! Acho

para o lado

ue você fez? V

, respondi friamente.

rosto vermelho de raiva. "Você está co

um acesso de fúria, me deu um chute forte. A dor me fez cambalear para fren

brou. Chorei por horas, implorando

carei. A dor física não era nada com

u disse, minha voz

om a minha reação. Ela esper

a "vítima" a se levantar. Luiza se agarrou a ela, mancando dramatica

mada. A Villa da Primavera, nossa casa, de repente ficou silenciosa e vazi

tra o local do chute. A dor era um lembrete. Um lembrete de qu

emas de saúde, todos convenientemente causados por mim. Marina, cega de amor, acreditaria em cada mentir

"coma" e a mim, para a pris

dest

nosso porta-retrato. Uma foto do nosso casamento. Nós dua

eria guardado, me agarrando à memória

ei meu anel de casamento da caixinha de joias. Era um anel de di

a gaveta e, com força, risquei a superfície do diamante. Uma, duas,

meu amor, estava de

da foto e o anel d

a estava morta. Agora,

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Cicatrizes de Um Passado
Cicatrizes de Um Passado
“Eu estava na prisão, o cheiro de mofo e desespero impregnado na pele, uma cicatriz latejando nas minhas costas. A porta da cela se abriu e Marina, deslumbrante como sempre, mas com um brilho gélido nos olhos, apareceu. "Gabriela, está na hora." Meu coração bateu descontrolado. Hora de assinar os papéis para outra doação de órgão. Eu sabia o que aquilo significava: a morte. Uma pessoa não sobrevive sem os dois rins. "Eu não vou", minha voz saiu fraca. Ela apenas sorriu. "É para a Luiza." Meu mundo congelou. Luiza estava morta. Mas Marina disse que não. Que Luiza estava em coma e precisava de um doador compatível. Eu. Tudo se encaixou: a "morte" de Luiza, meu aprisionamento, a primeira doação forçada. Era tudo um plano para me aniquilar. "Eu já te dei tudo, Marina! Carreia, meu amor, meu rim. Isso vai me matar!" "Eu sei", ela respondeu, sem uma ponta de remorso. "Mas a Luiza precisa viver. Eu a amo, Gabi. Você nunca entenderia." Assinei minha sentença de morte sob lágrimas escaldantes de traição. Senti a agulha, o anestésico, a escuridão. Pensei que era o fim. Mas, de repente, uma luz. O cheiro de café fresco. Eu estava na minha cama, na Villa da Primavera, minhas mãos e meu corpo saudáveis. Nenhuma cicatriz. "Marina, meu amor, a Gabi ainda está dormindo? Ela não vai gostar de me ver aqui no café da manhã", ouvi a voz manjosa de Luiza vindo do andar de baixo. Corri. O calendário na mesa de cabeceira me atingiu como um soco. Era o dia. O dia em que Luiza reapareceu em nossas vidas. Eu não morri. Eu renasci. Uma risada amarga escapou dos meus lábios. A Gabi ingênua e apaixonada morreu. A mulher que renasceu só tinha um propósito: vingança. Marina, você me tirou tudo. Agora, eu vou tirar tudo de você.”
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