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Cicatrizes de Um Passado

Capítulo 4 

Palavras: 818    |    Lançado em: 04/07/2025

s anos após nosso casamento. Foi quando Mari

embrava de tudo. Lembrou-se de sua família, de su

rta. A mesma Luiza que agora estava no quarto

uma parte perdida de sua alma. Elas choraram juntas, riram juntas, relembraram um

, Marina veio

falsamente conciliador. "Mas a Luiza não tem para onde ir. A família d

casa?", pergun

spedes. Por favor, Gabi. Eu devo iss

do, junto com sua ex-namorada. Mas eu era fraca. Eu a amava,

r erro da

hares, sorrisos e toques que eram íntimos demais. Marina passava mais tem

a traição veio

ciosa. Subi as escadas, pensando em surpreender Marina. Ao passar

eram meu est

os, respiraç

a. A cena queimou

ela. As roupas de Luiza estavam jogadas no chão, e ela se movia ritmicamen

rina sussurrou, a voz rouca de de

za respondeu, ofegante. "Ela não te sati

u. Eu não conseguia respirar. O som do meu própri

perguntou, em um

. Um som o

mor... amor é o que eu sin

subiu à minha cabeça. Eu chutei a

surpresa. Luiza não fez menção de se cobrir. Pelo con

de seu colo e se levantando rapidamente. "O

um grito rasgado. "EU NÃO SOU CEGA, MARINA!

iza disse, com uma calma venenosa,

as lágrimas finalmente vindo, quentes e amargas. "Como você pôde? Depois de tudo? Eu

cou na defensiva. Seu rosto se fechou

minha memória! Luiza é parte da minha vida! Você

o absurda, que me deixou sem palavra

sada, eu desmoronei. Chorei, implo

u era uma espectadora. A Gabi da minha memória estava gritando e chorand

ção. Vi a fraqueza que perm

ca

ta ao presente, no quarto silencioso, com o

ito de raiva. Seria fria, calculada e implac

ma aluna mui

-

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Cicatrizes de Um Passado
Cicatrizes de Um Passado
“Eu estava na prisão, o cheiro de mofo e desespero impregnado na pele, uma cicatriz latejando nas minhas costas. A porta da cela se abriu e Marina, deslumbrante como sempre, mas com um brilho gélido nos olhos, apareceu. "Gabriela, está na hora." Meu coração bateu descontrolado. Hora de assinar os papéis para outra doação de órgão. Eu sabia o que aquilo significava: a morte. Uma pessoa não sobrevive sem os dois rins. "Eu não vou", minha voz saiu fraca. Ela apenas sorriu. "É para a Luiza." Meu mundo congelou. Luiza estava morta. Mas Marina disse que não. Que Luiza estava em coma e precisava de um doador compatível. Eu. Tudo se encaixou: a "morte" de Luiza, meu aprisionamento, a primeira doação forçada. Era tudo um plano para me aniquilar. "Eu já te dei tudo, Marina! Carreia, meu amor, meu rim. Isso vai me matar!" "Eu sei", ela respondeu, sem uma ponta de remorso. "Mas a Luiza precisa viver. Eu a amo, Gabi. Você nunca entenderia." Assinei minha sentença de morte sob lágrimas escaldantes de traição. Senti a agulha, o anestésico, a escuridão. Pensei que era o fim. Mas, de repente, uma luz. O cheiro de café fresco. Eu estava na minha cama, na Villa da Primavera, minhas mãos e meu corpo saudáveis. Nenhuma cicatriz. "Marina, meu amor, a Gabi ainda está dormindo? Ela não vai gostar de me ver aqui no café da manhã", ouvi a voz manjosa de Luiza vindo do andar de baixo. Corri. O calendário na mesa de cabeceira me atingiu como um soco. Era o dia. O dia em que Luiza reapareceu em nossas vidas. Eu não morri. Eu renasci. Uma risada amarga escapou dos meus lábios. A Gabi ingênua e apaixonada morreu. A mulher que renasceu só tinha um propósito: vingança. Marina, você me tirou tudo. Agora, eu vou tirar tudo de você.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10