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Vendida Pela Melhor Amiga

Capítulo 3 

Palavras: 696    |    Lançado em: 04/07/2025

uz do sol forte a cegou por um instante. O filho

ndeu a lição, pu

is um passo, uma voz forte e

ntecendo aqui? Ouvi o

assaram pela cena: o irmão com uma expressão de raiva, e uma garota machucada e am

sso. "Não é nada, Pedro. Só uma noiv

ela se arrastou na direção do recém-chegado,

rouca. "Sou eu! Sofia! Sua

o cabelo uma bagunça emaranhada. Ele não a via há quase dez anos, desde que ela era uma

ma prima com esse nome aqui

le. Ela se aproximou, colocando a mão no

grande, e desde que chegou ela fica inventando essas histórias. Diz que é neta da sua t

le não a reconheceu. A última

quebrando. "Olhe para mim, Pedr

com a violência, não sabia em quem acreditar. A história da Senhora Silva, por mais cr

ra Silva, a voz agora calma e controladora. "Deixem

da mais isolado que o primeiro. A porta foi trancada com um barulho pesado de ferrolh

a viu algo encostado em um canto. Um pedaço de made

Ela não ia morrer ali.

levantou, cambaleando, e empunhou o pedaço de madeira com as d

s novo da Senhora Silva entrou

de fome antes do casament

ele entrou, Sofia

ritou, a voz cheia de uma fúri

aço de madeira e para os olhos dela, que queimavam de ódio. Pel

uca" , ele disse, dan

racho a sua cabeça!" , ela

li, ofegante, o coração batendo forte contra as costelas, a madeira ainda erguida. Ela havia c

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Vendida Pela Melhor Amiga
Vendida Pela Melhor Amiga
“O carro balançava suavemente na estrada de terra, o cheiro de mato e chuva invadindo a janela. Minha "melhor amiga" Isabella me ofereceu uma bala de coco caseira. "Toma, Sofia, experimenta essa bala de coco, é caseira, uma delícia." Engoli, sentindo um gosto estranhamente amargo por trás do açúcar, e então tudo escureceu. Acordei em um quarto sujo, cheirando a mofo. Uma mulher velha e cruel zombou: "A bela adormecida finalmente acordou." Ela me disse que Isabella me vendeu. "Meu filho te comprou. Você é a noiva dele agora." Vendida. Por minha melhor amiga. A dor, a raiva e o pavor me sufocaram. Tentei fugir, mas meu corpo estava fraco. Eles me arrastaram de volta, a Senhora Silva me bateu. "Cala a boca, sua vagabunda! Nós pagamos por você. Você nos pertence. Vai aprender a obedecer." Minhas lágrimas escorriam enquanto o desespero me consumia. Eles achavam que eu não tinha ninguém. Que não era ninguém. Mas, olhando pela janela, vi algo familiar: a grande mangueira, o riacho, a capela. Este não era um vilarejo qualquer. Era a terra natal da minha avó Maria e do meu avô José. Aqueles que ousaram me tocar não sabiam com quem estavam se metendo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10